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Marcas artesanais prometem investir na melhoria dos serviços neste ano para atender melhor o público

A pandemia do coronavírus trouxe vários efeitos danosos para a economia global, mas também escancarou algumas oportunidades e novas formas de atuação para os negócios. É desse cenário que as cervejarias artesanais trouxeram um legado que deverá se refletir no segmento em 2021, consolidando-se como uma tendência: a aproximação do consumidor final.

Importantes marcas artesanais destacam a necessidade de reforçarem iniciativas como vendas através dos próprios sites e por delivery, ainda que, eventualmente, em parceria com bares e outros estabelecimentos. Uma ação necessária para atender a mudança no consumo que, esperam as cervejarias, virá atrelada com a recuperação do setor, como argumenta Flávio Haas, sócio-proprietário da Odin.

“Compreendemos que este novo perfil de consumo e o foco na venda direta ao cliente final irá se manter em 2021. Acreditamos que, com a recuperação do mercado, parte dos negócios volte ao normal, mas que sem dúvida não será o mesmo perfil de antes. Não digo em termos de volume total, mas em termos do aumento da participação de vendas diretas ao cliente final”, afirma o sócio da Odin.

Esse cenário, claro, traz desafios para as cervejarias, que precisam entender o perfil do consumidor final, reforçando a necessidade de se ter um banco de dados que atinja esse público específico. Para isso, a Proa promete investir na melhoria dos serviços, aproximando-se mais dos cervejeiros.

“O que vamos levar de mais importante é uma maior aproximação com o consumidor final. Acreditamos que isso vem para fortalecer todo mundo. Planejamos estreitar ainda mais essa relação e chegar cada vez mais rápido aos nossos clientes, o que demanda ainda alguns ajustes de logística e implantação de novas rotinas”, detalha a cervejaria.

É uma visão parecida com a apresentada por Thomé Calmon, sócio-proprietário da DeBron Bier. Para ele, a busca pelo consumidor – especialmente para vendas online – continuará sendo fundamental para as cervejarias artesanais.

“Canais de vendas digitais serão mais incentivados, bem como forma de vendas direta ao consumidor. O mercado de cerveja artesanal é muito promissor, resta atravessarmos este período de turbulência que as coisas voltarão melhores”, diz o sócio-proprietário da DeBron, também ressaltando o plano da marca de até fazer alterações em seu portfólio em função da mudança de perfil do seu público-alvo.

“2021 será um ano de recuperação, precisaremos ser cada vez mais Lean e focar em produtos que tragam escala. Provavelmente repensaremos a manutenção de alguns produtos tendo em vista um maior giro”, argumenta Thomé.

A Blondine também encara o ano recém-iniciado com otimismo. Para a cervejaria, a crise em 2020 a ajudou a realizar ajustes em seus planos de negócios, testando alternativas e novos públicos. Por isso, com o foco modificado, promete apresentar muitas novidades ao mercado cervejeiro em 2021.

“Apesar de 2020 ter sido um ano atípico, com adversidades que exigiram muito labor, estamos animados para 2021. 2020 foi um ano de reorganização, de focar na essência da marca e pesquisar novos mercados. Temos muitas novidades que preparamos ao longo do último ano e que agora tomaram forma. Depois de muitas pesquisas e testes, iremos apresentar ao mercado novidades nunca antes vistas, estamos ansiosos para um novo momento da marca e esperançosos também que 2021 será um ano melhor para todos”, conclui Sibele Xerfan, fundadora e diretora de marketing da Blondine.

 

Fonte: Guia da Cerveja – 12/02/2021

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