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Ontem, a companhia inaugurou uma nova planta, em Sete Lagoas (MG), com capacidade para produzir 1,5 bilhão de latas por ano

marcas de bebidas da ambev

Divulgação

O Bradesco BBI considerou negativo para as margens da Ambev o avanço das vendas de cerveja em lata, em substituição às cervejas vendidas em garrafas retornáveis. Ontem, a companhia inaugurou uma nova planta, em Sete Lagoas (MG), com capacidade para produzir 1,5 bilhão de latas por ano.

No segundo trimestre deste ano, 70% das vendas de cerveja da Ambev foram em latas, ante 40% no segundo trimestre de 2019. A mudança decorre do fechamento de bares e restaurantes durante a pandemia.

Em nota, o analista Leandro Fontanesi estimou que as garrafas retornáveis permitem que a cerveja seja vendida a preços por hectolitro de 20% a 30% mais baixos do que as latas e 50% a 60% mais baixos do que garrafas tradicionais.

O analista considerou que a nova fábrica pode proporcionar alguma economia de custos para a companhia, mas não há clareza sobre quanto da demanda por latas a nova fábrica vai suprir. O Bradesco BBI estima que a capacidade da fábrica é suficiente para suprir 5% da produção de cerveja em lata da Ambev, que no ano passado foi de 29,6 bilhões de unidades.

Com esse volume, a Ambev seguirá dependendo principalmente de terceiros para atender sua demanda por latas. O banco manteve recomendação neutra para as ações da Ambev (equivalente à manutenção), com preço-alvo de R$ 15,50.

As ações da Ambev operam hoje em alta de 2,81%, a R$ 12,79 na B3. O Ibovespa sobe 1,57%, para 97.240 pontos.

 

Fonte: Valor Investe – 24/09/2020

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