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Relatório do semestre mostra que impacto da covid-19 se intensificou no segundo trimestre; marcas premium e intermediárias foram melhor que as mais baratas.

heineken 03 08 20

Stella de Smit/Unsplash

Um dos principais mercados da Heineken, o Brasil registrou queda de um dígito no volume de cerveja vendido no primeiro semestre de 2020, com impacto da covid-19 que se intensificou no país no segundo trimestre.

Apesar da queda, os portfólios de cervejas premium e “mainstream” (de preços intermediários) ainda cresceram dois dígitos no Brasil, impulsionados pela marca Heineken, que avançou 50%, e pela Amstel, que tem reportado melhora contínua.

O portfólio de cervejas de preço mais baixo, porém, teve uma queda mais acentuada, entre 10% e 20% nos primeiros seis meses de 2020, mas com sinalização de melhora a partir do segundo trimestre.

O volume de bebidas “não-cerveja” diminuiu em um terço devido ao cancelamento de registro, no ano passado, de uma marca de baixa margem de retorno.

A fabricante holandesa de cervejas reportou prejuízo de 297 milhões de euros no primeiro semestre de 2020, ante um lucro de 936 milhões de euros no mesmo período de 2019, refletindo o forte impacto da pandemia do novo coronavírus em todo o mundo.

A receita no semestre foi de 9,24 bilhões de euros, ante 11,44 bilhões de euros um ano antes, uma queda de 16%, que ficou em linha com as previsões de analistas de mercado. Parte desse resultado foi por impacto negativo de 233 milhões de euros devido à taxa cambial das moedas brasileira e mexicana, segundo a empresa.

No Brasil, apesar do avanço da doença, a fabricante informou que continuou suas operações no segundo trimestre, “seguindo rigorosos protocolos físicos de distanciamento, higiene e desinfecção”.

Conteúdo originalmente publicado pelo Valor PRO, serviço de notícias em tempo real do Valor Econômico

 

Fonte: Valor Investe – 03/08/2020

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