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heineken 03 08 20

A Heineken viu uma recuperação gradual de seus negócios após as paralisações globais do Covid-19 em abril, mas a incerteza sobre o impacto futuro da pandemia tornou a empresa incapaz de dar uma previsão para o resto do ano.

A segunda maior cervejaria do mundo disse ter uma visão mais cautelosa do que a líder do setor Anheuser-Busch InBev, que afirmou ter sido incentivada pela recuperação global da demanda por cervejas em junho.

O novo presidente-executivo da Heineken, Dolf van den Brink, disse que os negócios melhoraram até junho, mas isso se deveu em parte ao reabastecimento, principalmente em territórios como o México, seu maior mercado, onde as fábricas de cervejas foram forçadas a parar em abril e maio.

"Estamos um pouco preocupados que as pessoas vejam a taxa de junho e extrapolem isso daqui para frente", disse Van den Brink, que assumiu o comando da cervejaria holandesa em 1º de junho, à Reuters.

A empresa disse que Europa, México e África do Sul lideraram o declínio nas vendas, enquanto seu grande mercado no Vietnã se saiu melhor.

A África do Sul restabeleceu a proibição de álcool, enquanto o México, o país com o terceiro maior número de mortes de Covid-19 do mundo, teve medidas de isolamento mais severas em algumas regiões.

O lucro operacional da Heineken caiu pela metade e a cervejaria sofreu 548 milhões de euros em perdas, principalmente nas operações na Papua Nova Guiné e na Jamaica, resultando em um prejuízo líquido geral.

O maior vendedor de cerveja da Europa disse que viu as vendas de cerveja aumentarem em porcentagens de dois dígitos nas lojas, mas caiu em 40% ou 50% em bares e restaurantes.

A lucratividade das vendas nas lojas também foi menor, pois os consumidores compraram embalagens com mais cervejas, e os custos de produção de bebidas enlatadas e engarrafadas foram maiores que o de barris, embora a Heineken tenha dito que suas marcas premium ganharam participação na maioria dos mercados.

 

Fonte: Terra - 03/08/2020

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