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Segundo Ambev, resultado foi impulsionado pelo bom momento de cervejas como Budweiser, Stella Artois e Corona. Campanhas de Brahma e Skol também auxiliaram

A Ambev teve lucro líquido ajustado de R$ 2,712 bilhões no segundo trimestre de 2019. O resultado, apresentado no balanço divulgado nesta quinta-feira, é 16,1% superior ao do mesmo período de 2018, tendo sido impulsionado principalmente por uma diminuição das despesas financeiras. O lucro líquido ajustado, por sua vez, foi de R$ 2,616 bilhões, uma alta de 16,8% na comparação anual.

Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado do período teve crescimento de 0,4%, para R$ 4,691 bilhões. E o crescimento orgânico, com a aplicação de taxas de câmbio constantes, foi de 0,3%, enquanto a margem Ebitda ajustado caiu de 40,6% para 38,6% no segundo trimestre de 2019.

A Ambev também reportou que a sua receita líquida foi de R$ 12,145 bilhões de abril até junho, elevação de 5,5% na comparação com o mesmo período do ano passado. Já o resultado financeiro líquido apresenta perdas de R$ 567,4 milhões, 48,5% menor em relação ao segundo trimestre de 2018.

O balanço da Ambev também traz os resultados consolidados do primeiro semestre de 2019. Nesse caso, houve crescimento de 10,9% no lucro líquido ajustado, para R$ 5,474 bilhões. O Ebitda foi de R$ 9,811 bilhões, elevação de 3,7% no comparativo, e a receita líquida subiu 7,1%, para R$ 24,785 bilhões.

Cervejas vendidas
O balanço da Ambev também indica o aumento no volume de cervejas vendidas no Brasil no segundo trimestre de 2019, para 18,25 milhões de hectolitros, 2,9% a mais do que o mesmo período do ano passado. A receita líquida de “Cerveja Brasil” foi de R$ 5,296 bilhões, um crescimento de 3,7% por hectolitro, para R$ 290,3.

O aumento do volume, porém, não evitou a queda do Ebitda da Cerveja Brasil no segundo trimestre – caiu 8,5%, para R$ 1,983 bilhão. Já a margem Ebitda contraiu 6,2%, para 37,5%. De acordo com a Ambev, isso se deu principalmente pelo aumento do custo do produto vendido, “que foi impactado pelo câmbio e por maiores preços de commodities, principalmente alumínio e cevada”.

No primeiro semestre, por sua vez, o volume de cerveja vendido no Brasil cresceu 7,2%, para 39,25 milhões de hectolitros. A receita líquida aumentou 11,2%, para R$ 11,429 bilhões, com R$ 291,2 por hectolitro, uma alta de 3,7%. Mas o Ebitda dos seis primeiros meses de Cerveja Brasil caiu 1,1%, para R$ 4,561 bilhões.

Em outros comentários do seu balanço, a Ambev celebra o que classifica como resultados animadores no setor premium. “O segmento premium continua mostrando resultados animadores, com as marcas globais Budweiser, Stella Artois e Corona crescendo dois dígitos em conjunto no 2T19”, diz.

No segmento denominado core, o balanço exaltou duas ações realizadas com a Brahma. “A Brahma, nossa Lager clássica, continua passando por um forte momento, reforçado pelo reality show digital ‘O Próximo Número Um’, produzido em parceria com o Villa Mix. O programa foi o maior reality show digital já produzido no Brasil, alcançando mais de 157 milhões de visualizações”, explica. “A Brahma também realizou uma incrível execução na Copa América Brasil 2019 e uma campanha com a jogadora brasileira de futebol Marta”, acrescenta.

Já sobre a Skol, a Ambev lembra que o semestre foi marcado pela maior oferta de rótulos. “O trimestre da Skol foi marcado pelos empolgantes resultados da campanha da família Skol, que foram os melhores já alcançados por uma campanha digital da Skol, e o roll out nacional da Skol Puro Malte após o seu notável lançamento durante o Carnaval. A Skol Puro Malte está mostrando resultados encorajadores”, completa.

Fonte: Guia da Cerveja – 25/07/2019

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