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Um novo estudo, publicado na revista Environmental Science and Technology, indica que os restos de cerveja podem representar uma forma de limpeza “sustentável, barata, simples e de aplicação imediata”

rio tejo

Rio Tejo entre Alentejo e Ribatejo. LUSA/NUNO VEIGA

Um novo estudo indica que os restos de cerveja podem ser utilizados para resolver o problema da contaminação dos rios. A ideia é “sustentável, barata, simples e de aplicação imediata”, segundo Centro de Estudos Avançados de Blanes-Conselho Superior de Investigações Científicas (CEAB).

O melhor deste método é que é muito fácil de aplicar e tem um custo muito reduzido, além de ser limpo e sustentável", explicou Miguel Ribot, responsável técnico do Urban River Lab do CEAB.

O CEAB, que tem sede em Girona, Espanha, aponta o excesso de nitratos como o grande problema das águas fluviais. A concentração deste tipo de químicos diminui a quantidade de oxigénio na água e favorece a proliferação de microalgas.

Os cientistas já começaram a utilizar a técnica de forma experimental, em parques urbanos de Barcelona.

Para que o tratamento da água funcione, as fábricas produtoras de cerveja terão apenas de verter os resíduos da elaboração de cerveja para os esgotos.

Consegue-se incrementar até 40% as taxas desnitrificação bacteriana, a principal responsável por eliminar os nitratos na água no meio ambiente”, revela o estudo.

Segundo esta investigação, que foi publicada na revista Environmental Science and Technology, o método também poderá passar pelo aproveitamento dos restos orgânicos da poda realizada em plantas aquáticas utilizadas nos sistemas de limpeza das estações de tratamento de águas residuais.

A má qualidade da água pode afetar as bacias hidrográficas, bem como os ecossistemas envolventes. O rio Tejo, que Portugal partilha com Espanha, tem revelado graves problemas relativos à fauna e flora, que poderão decorrer da contaminação das águas fluviais.

Fonte: tvi24 – 24/07/2019

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