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Ano foi agitado no mundo da cerveja, tanto no Brasil quanto no exterior. Confira os fatos mais marcantes

E chegou o fim de 2018. Um ano agitado no universo da cerveja, cheio de novidades, tendências, reviravoltas. E o Guia esteve lá, cobrindo, checando e noticiando os principais momentos da indústria, do mercado e da cultura cervejeira no Brasil e no mundo. Selecionamos em uma retrospectiva os momentos mais significativos de 2018. Confira quais foram esses acontecimentos e que consequências eles podem ter nos próximos anos.

Somos 835: O número de cervejarias instaladas no Brasil cresceu 23% nos primeiros nove meses do ano, chegando a 835, na sua maioria micro cervejarias e concentradas no Sul e Sudeste.

Mais empregos: Em ano de altas taxas de desemprego, a indústria cervejeira fechou o ano com saldo positivo. As micro e pequenas cervejarias puxaram esse movimento, e aquelas com até 4 funcionários foram responsáveis por 45% das 1.757 vagas geradas pelo setor.

União cervejeira: Em cidades como Niterói e Belo Horizonte, o diálogo entre poder público e o setor cervejeiro resultou em legislações que favorecem o desenvolvimento da indústria e do varejo cervejeiro.

Tudo no rótulo: Nova lei determina que cervejarias especifiquem nos rótulos todos os ingredientes da cerveja. Não vale mais dizer apenas “cereais não maltados”: se tem milho, deve constar no rótulo.

Skol se mexe: O desenvolvimento do paladar do brasileiro se consolidou a ponto de ser reconhecido pela Skol. A marca mais valiosa do Brasil tomou diversas atitudes em direção a contemplar um público cada vez mais exigente: em setembro, lançou uma versão lupulada e, em dezembro, anunciou o lançamento da versão puro malte para o início de 2019.

Cevada ameaçada: Estudos acadêmicos mostraram que o aquecimento global pode comprometer a colheita de cevada – e consequentemente a produção de cerveja nos próximos 100 anos.

Cerveja de maconha: Flexibilização das leis que regulam a produção e consumo de maconha em países como EUA e Canadá já faz com que as grandes cervejarias, como a Constellation Brands, se movimentem de olho no mercado milionário de bebidas feitas à base da erva.

A Catharina é nossa: Em marco histórico da cerveja brasileira, a Catharina Sour, variação desenvolvida em Santa Catarina, foi catalogada pelo BJCP como estilo oficial, abrindo novos horizontes para a indústria nacional.

Internacionais: Em agosto, o World Beer Awards, uma das premiações mais importantes da cerveja mundial, coroou 8 rótulos brasileiros, mais um passo importante no processo de consolidação das marcas nacionais no mercado internacional.

Fonte: Guia da Cerveja – 01/01/2019

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