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Proposta do IFSP pretende que a produção de Cerveja de Ribeirão Preto tenha mais desenvolvimento tecnológico e reconhecimento

Produtores da bebida artesanal do município poderão ter o selo de Indicação Geográfica para auferir qualidade do produto   

Ribeirão Preto pode passar a ser considerada a “champagne da cerveja”. Isso porque, já foi dado início ao processo do pedido de registro de Indicação Geográfica para se reconhecer a qualidade das cervejas artesanais produzidas no município. A ação partiu da Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (INOVA-IFSP).

Mas, o que isso quer dizer? Bom, a ideia é que o polo cervejeiro de Ribeirão Preto passe a ser reconhecido, assim como, a região de Champagne, na França, é famosa pelos vinhos espumantes. Em razão da popularidade e da qualidade, o nome daquela região acabou se popularizando como um sinônimo da bebida.

De acordo com Eder José da Costa Sacconi, que é assessor da Reitoria do IFSP e membro do INOVA IFSP, a ideia de propor a Indicação Geográfica (IG) para a Cerveja de Ribeirão Preto começou após ter sido notado que esta forma de reconhecimento pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) é pouco utilizada no Estado de São Paulo. Desta maneira, foi aberto um edital para identificar potenciais produtos e serviços que pudessem se enquadrar nos requisitos solicitados.

“O intuito é promover junto ao setor produtivo o desenvolvimento territorial, obter reconhecimento e visibilidade a estes produtos regionais”, explica Sacconi, que diz que isso poderá ajudar:

- no desenvolvimento territorial, com fixação da população na região, aumento no nível tecnológico do setor, preservação do patrimônio histórico e imaterial e desenvolvimento do turismo em torno do produto;

- incremento de valor no aspecto mercadológico, facilitando o acesso a novos mercados para os produtores, por estarem associados à qualidade e à região, aumento do valor pago pelos clientes que reconhecem o produto, além de fortalecer a relação de confiança entre consumidor e produtor;

- e, por fim, a proteção legal, pois facilita a exclusão de terceiros que “se valham de marketing parasitário”, com a intenção de utilizar essa marca.

De acordo com o INOVA-IFSP, estão sendo realizados levantamentos sobre o histórico da produção de cerveja em Ribeirão Preto, atendendo um dos requisitos do edital de abertura da proposta de Indicação Geográfica, para que se possa apontar a notoriedade do produto.

Após esta etapa, serão elaborados o regulamento de uso e os mecanismos de controle, para que os produtores de cervejas artesanais, que queiram fazer uso da insígnia da Indicação Geográfica, possam saber as regras e solicitar o reconhecimento.

Fonte: Revide – 28/11/2018

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