Acessar Registrar

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim

Criar uma conta

Todos os campos marcados com asterisco (*) são obrigatórios.
Nome *
Nome de usuário *
Senha *
Verificar senha *
Email *
Verifar email *
Captcha *

Pela primeira vez, a Schincariol divulgou seu resultado líquido: no terceiro trimestre deste ano, a cervejaria teve lucro de R$ 30 milhões, contra um prejuízo de R$ 12 milhões contabilizado no terceiro trimestre de 2003 - período que já refletia o investimento agressivo em marketing para o lançamento da Nova Schin. A verba de marketing do terceiro trimestre do ano passado foi de R$ 40 milhões de um total de R$ 120 milhões gastos apenas nos últimos cinco meses do ano.

A empresa - que segundo a ACNielsen aumentou sua participação de mercado de 10,2% em agosto do ano passado para 13% em setembro último - faturou no terceiro trimestre R$ 650 milhões, uma alta de 80,5% em relação ao mesmo período do ano passado. No acumulado do ano, as vendas totalizam R$ 1,82 bilhão, montante superior ao faturamento de todo o ano de 2003, quando a empresa faturou R$ 1,64 bilhão. "O objetivo é fechar o ano com R$ 2,5 bilhões", afirma José Domingos Francischinelli, diretor financeiro e de planejamento. "O resultado reflete o sucesso da Nova Schin, a recuperação da economia e o trabalho que fizemos com novos distribuidores para atuarmos nos mercados mais distantes, onde a empresa não estava presente", acrescenta o diretor.

De capital fechado, a movimentação financeira da Schincariol está sendo auditada pela Trevisan desde o início deste ano. A empresa está divulgando agora números mais detalhados sobre o seu desempenho. O balanço completo, entretanto, não é publicado. Conforme anunciado pela empresa, o lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação do terceiro trimestre foi de R$ 63 milhões, contra R$ 13 milhões em 2003. Do segundo para o terceiro trimestre, houve um crescimento de R$ 57 milhões nesse indicador operacional.

Apesar dos gastos expressivos em marketing feitos no ano passado, a verba deste ano é 50% maior: R$ 180 milhões. A diferença é que o montante, em 2004, está diluído ao longo do ano. No terceiro trimestre deste ano, os gastos com marketing totalizaram R$ 28 milhões, queda de 30% em relação aos R$ 40 milhões do mesmo período de 2003.

A empresa é patrocinadora oficial do Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1 e tem como garotos-propaganda Emerson Fittipaldi e Nelson Piquet. Apenas a compra da cota de patrocínio da transmissão - pacote de 945 inserções na Rede Globo - consumiu R$ 30 milhões.

Fonte: Valor Econômico - Empresas & Tecnologia - Outubro/2004

guia fornecedores