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Evento carioca, que começou nesta quarta-feira e vai até domingo, reúne alguns dos grandes lançamentos cervejeiros do ano

O Mondial de La Bière Rio começou nesta quarta-feira confirmando a sua fama de um dos maiores eventos cervejeiros do planeta. Com mais de 160 cervejarias e 1.500 rótulos, o festival que vai até domingo e ocorre nos armazéns 2, 3 e 4 do Píer Mauá, no Rio de Janeiro, se firmou como ponto central das novidades nacionais ao trazer uma série sem fim de excelentes lançamentos. Tem para todos os gostos. E, para facilitar seu trabalho, reunimos 40 deles. Aprecie!

Antuérpia
A cervejaria mineira está levando nada menos do que sete novidades. A principal delas é a Quintal, uma Catharina Sour em três versões: Jabuticaba, Mexerica e Morango com Hibisco. Outra novidade é a Perdição, uma New England IPA com adição de lactose e goiaba, inspirada em um dos grandes clássicos de Shakespeare, Romeu e Julieta. Destaque, ainda, para a Nikita, apresentada no Mondial de São Paulo e feita em parceria entre o Chef Ronaldo Rossi e Giancarlo Vitalle, mestre-cervejeiro da Antuérpia. A Russia Imperial Stout com adição de lactose chega também em três versões: Nikita Vanilla Orgasm, com baunilha, Nikita Hazelnut Stuck, com avelã, e Nikita Cherry Hickey, com cereja.

Brassaria Ampolis
Criada em homenagem ao humorista Mussum, a cervejaria apresentou dois rótulos: a Chilli Peppis, uma Pepper Lager refrescante e aromática, com 4,5% de álcool e adição de pimentas rosa e dedo-de-moça; e a Esfumaçadis, uma New England IPA que leva aveia e trigo, blend único dos lúpulos Magnum, Amarillo, Mandarina e Calypso, com notas tropicais.

BrewLab
Conhecida por sua inventividade, a cervejaria de Niterói apostará em algumas novidades, dentre as quais vale destacar: a Aristocrat, uma English Barley Wine “extremamente elegante” feita em colaboração com Thiago Ribeiro; a Gambiarra, uma Imperial Stout “com toda graça trazida dos subúrbios cariocas” em parceria com a Suburbana; e a Cascadian Wood Storm, rótulo que tem como base a cerveja Cascadian Hop Storm, uma Black Rye IPA de linha, mas agora envelhecida em barris de carvalho com uma microbiota diversa. Foi feita em parceria com a Lagos.

Búzios
Em sua quarta participação no festival, a cervejaria lançará o oitavo rótulo. Trata-se da Búzios Forno, uma Irish Red Ale com tom avermelhado e, como todos os outros lançamentos da marca, inspirada em uma praia do balneário, a Praia do Forno – no caso, pela cor avermelhada do local.

Dogma
Para sua estreia no evento, a consagrada cervejaria paulista fez um interessante “intercâmbio” baiano. Trouxe cacau da fazenda Yrerê de Ilhéus – que comercializa seus produtos no Salon du Chocolat, em Paris – para produzir a Theobroma Brasilis, uma Russian Imperial Stout que promete marcar sua participação no Mondial Rio.

Doktor Bräu
Com sua explosiva combinação envolvendo o universo médico e o cervejeiro, a marca apresenta no festival a Adrenaline, uma Double New England IPA com cafeína e pó de guaraná. É uma cerveja encorpada, que remete à manga e frutas tropicais amarelas e com álcool discreto, apesar do teor de 8,1%. A cafeína e o pó de guaraná, aliás, segundo a Doktor Bräu, não têm influência no sabor, mas sim na energia que “essa cerveja vai te dar”. Outra novidade é a Weiss, o segundo rótulo da linha standard (o primeiro foi  a Pilsen), criada para democratizar o acesso à cerveja artesanal de qualidade.

Ekaüt
Tradicional cervejaria pernambucana, a Ekaüt promete uma série de novidades no evento, com destaque para a Sour Cajá, uma Berliner Weisse. Com polpa de cajá e alta carbonatação, é uma bebida leve e cítrica, perfeita para combinar com o final de semana, segundo a cervejaria.

Goose Island
A cervejaria norte-americana aproveitou o festival para lançar em solo nacional a Midway IPA, uma Session IPA que promete ser leve e refrescante. Essa mesma receita já foi feita na Austrália, na Inglaterra e nos Estados Unidos. Agora, estreará no Brasil em pleno Mondial.

Matisse
Estreante no festival, a cervejaria de Niterói leva sete rótulos, com destaque para o lançamento da Camille. Trata-se de uma Witbier com pera e cardamomo para quem gosta de refrescância e baixo amargor, segundo a marca.

Mistura Clássica
Uma das precursoras do movimento das artesanais, a cervejaria de Volta Redonda comemora 15 anos em 2018 em grande estilo, com uma das grandes novidades do festival: uma versão de sua tradicional Layla com adição de framboesa, colocada em barril e maturada por quase três meses em nada mais nada menos do que no fundo do mar. Não bastasse, a marca ainda apresenta a Deusa dos Reis, uma Belgian Dark Strong Ale.

Oceânica
A cervejaria niteroiense aguardou o festival para apresentar oficialmente a Wild Ruby, uma Flanders Red Ale maturada em barris de carvalho por 6 meses, com um mix de frutas vermelhas, Brettanomyces e Lactobacillus. “Ácida, complexa e irresistível”, segundo a cervejaria, que aposta também na chegada da Bright Sparks. É uma Brut IPA – estilo que promete ser a vedete do Mondial – refrescante, carbonatada e lupulada na medida. Foi a primeira cerveja em que a Oceânica utilizou milho na composição da base de cereais, com o objetivo de atingir uma sensação bem baixa de corpo.

Odin
Duas grandes novidades surgem como atração da cervejaria no festival: a principal delas é a Palo Santo Viking Imperial Stout, uma Viking Imperial Stout curtida na famosa madeira peruana Palo Santo, que é utilizada em rituais de purificação. Destaque ainda para um aplicativo cervejeiro inédito, com realidade aumentada via QR Code nos rótulos.

OverHop
Depois de se destacar no Mondial de Montreal com algumas colaborativas, a OverHop aguardou o festival para apresentar oficialmente as novidades no país. Terá, assim, o total de oito lançamentos:  Tranquille (colaborativa com a Motim), uma Catharina Sour com cupuaçu e morango (4% ABV); La Passion Sure (colaborativa com a Oshlag), uma Catharina Sour com maracujá e chips de carvalho embebidos na Hazy destilada (4%); Dark Forest (colaborativa com RockBird e Common Good), uma Black Sour Ale com blueberry, morango, framboesa e cereja (7%); Savage (colab com a Shelton), uma New England Brett Ipa (6,5%); GraviOH-Lá-Lá (colaborativa com a Avant-Garde), uma Catharina Sour com graviola e chips de amburana (4%); Kalter Atem (colaborativa com a Verace), uma Gose com limão (4%); Dark Wild, uma Black IPA envelhecida em barril de carvalho e fermentada com Brettanomyces (8%); e Aeternum, uma American Imperial Stout (10%).

Paulistânia
Conhecida por suas referências a São Paulo, a cervejaria trouxe uma novidade ao Rio: a Viaduto do Chá, uma Hop Lager com erva mate e teor alcóolico de 5%. O dry hopping ressalta a presença dos lúpulos, segundo a marca, e a adição de erva mate dá um toque especial, remetendo às tradições gaúchas.

RockBird
Em seu terceiro festival, a cervejaria aposta em quatro novidades e se mantém fiel a sua tradição “defumada”. Uma delas é a Reverberator, uma Rauch Doppelbock com 9,3% de álcool. Já a convidada Fire It Up Monk, da Hop Lab, é uma Rauchbier que promete forte ligação com o bacon. A acidez, outra marca da RockBird, está presente na estreia brasileira da Dark Forest Ale, uma Dark Sour apresentada inicialmente no Mondial de Montreal. Outra novidade é a The Outsider, uma Session India Pale Lager com quatro variedades de lúpulos cítricos.

Rota Cervejeira RJ
Formada por 23 cervejarias, entre outros estabelecimentos, a associação reuniu seus sócios para produzir uma IPA com adição de tangerina da região serrana do estado. Criou, assim, a Tangeripa, produzida na cervejaria Pontal com lúpulos Mandarina Bavária e Magnum, além de tangerina orgânica.

Sundog
Apostando em seus estilos escandinavos e milenares, a cervejaria traz duas grandes novidades: a Sahti, uma Viking Strong Ale com 11% de álcool, fermentada com pão e que remete aos primeiros vikings; e a Pictii, uma Braggot, gênero medieval que une cerveja e hidromel – e apresenta poderosos 20% de teor alcoólico.

Fonte: Guia da Cerveja – 06/09/2018

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