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MOSCOU/LONDRES (Reuters) - A perspectiva de milhares de torcedores de futebol chegando à Rússia para a Copa do Mundo durante o verão local deveria ser um grande incentivo para o mercado de cerveja do país, mas as fábricas não estão vendo muitas razões para ficarem otimistas.

As vendas locais de cerveja diminuíram mais de 30 por cento ao longo da última década devido a aumentos das tarifas e regras de venda e propaganda mais rigorosas, e as cervejarias não esperam uma grande reversão dessa tendência neste ano.

Nem as concessões recentes do governo para o Mundial, como um relaxamento das normas para permitir a venda da bebida nos estádios e zonas de torcedores, além de uma decisão não relacionada de manter as tarifas como estão, melhoraram as previsões.

Se alguma das fabricantes será beneficiada por um aumento na demanda por cerveja na Copa do Mundo, que começa em Moscou no dia 14 de junho com uma partida entre os anfitriões e a Arábia Saudita, é a Anheuser-Busch InBev, a maior cervejaria do mundo.

O patrocínio da AB Inbev ao evento dá ao grupo, que tem marcas que vão de Budweiser, Stella Artois e Hoegaarden às locais Sibirskaya Korona e Klinskoye, direitos exclusivos para divulgar e vender sua bebidas dentro e nas proximidades das arenas.

Fonte: Reuters - 06/04/2018

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