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embalagens cervesia

Por Adriana Bruno

lu pellegrino abre 1

Luciana Pellegrino, diretora executiva da ABRE

Assim como toda cadeia industrial, o setor de embalagens também sentiu os impactos da recessão e dos acontecimentos políticos enfrentados pelo país nos últimos anos.  Apesar do cenário negativo dos últimos anos, em 2017 o setor teve um resultado positivo, com crescimento em sua produção física de 1,96%. Das cinco classes de embalagem (papel/papelão, plástico, vidro, metal e madeira), quatro registraram crescimento em 2017. Segundo Luciana Pellegrino, diretora executiva da ABRE – Associação Brasileira de Embalagem, o desempenho de cada setor está diretamente atrelado ao desempenho dos mercados a que atende prioritariamente, variando entre produtos de consumo não duráveis, de rápido consumo, até segmentos de produtos duráveis, como eletroeletrônicos ou mesmo da construção civil. E para que esse desempenho continue a ser positivo, as indústrias do setor precisam investir em tecnologia, inovação, além de estarem conectadas com o que é tendência no mundo. Luciana Pellegrino destaca que entre as tendências e necessidades do setor estão investimentos em inovação, sustentabilidade, funcionalidade, além de tecnologias que permitam o aumento de vida útil do produto. “Destacamos ainda outras tendências como impressão digital, personalização, design minimalista, conectividade e uso cada vez maior das tecnologias de comunicação, cores vibrantes, formatos exclusivos para a diferenciação no ponto de venda, novos materiais”, comenta.

No Brasil, o setor de embalagens é dividido por classes de materiais, sendo que papel, papelão e cartão tem a maior participação na produção física representando 40,5%, seguidos por plástico (35%), metal (15,1%), vidro (8%) e madeira (1,4%).

Para 2018, a ABRE projeta um crescimento maior em sua produção física – 2,96% –  calcado na recuperação dos indicadores de consumo, comércio, serviços e industrial.

Fonte: Portal Newtrade - 09/03/2018

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