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O setor também percebeu aumento na participação da lata de alumínio no mercado de cervejas e, em especial, maior presença entre as cervejas artesanais. “Os últimos dados do Sistema de Controle de Produção de Bebidas (Sicobe), da Receita Federal, interrompido em 2016, já apontavam que a lata envasava perto da metade da produção nacional de cerveja. Hoje não há números oficiais, mas tudo indica que a latinha já tem a preferência no mercado de cerveja”, avalia Renault Castro.

Carlos Pires, da Ball, aposta no aumento da participação da latinha também entre as cervejas artesanais. “Este é um dos focos de 2018”, informa. “Queremos provar para nossos clientes e consumidores que a lata de alumínio é a melhor opção de embalagem para bebidas e avançar cada vez mais no pack mix de produtos de marcas. Temos que olhar, claro, para mercados em crescimento, como o de cervejas artesanais.”

Jorge Bannitz, da Ardagh, destaca que a lata ganha espaço especialmente entre os novos consumidores de cervejas artesanais. “Já não existe mais o mito de que as cervejas seriam melhores se armazenadas em garrafas. As latas possuem vários diferenciais importantes quando comparadas com o vidro. Nos Estados Unidos, diversas cervejarias artesanais já migraram para as embalagens metálicas, o que é uma tendência para os próximos anos.”

Para Wilmar Arinelli, o aumento dessa participação se deve também a suas vantagens em relação às concorrentes. “As latas oferecem aos clientes muitas opções de tamanho, diversidade de rótulos, espaço para promoções, facilidades logísticas, grande proteção ao produto envasado, tudo isso complementado pelo alto índice de reciclagem. Atributos só parcialmente oferecidos pelas embalagens concorrentes.”

Entre as latas de alumínio, observa-se também o crescimento da oferta de latas especiais, lembra Paulo Dias. Para ele, essa é uma tendência principalmente para porções menores, que aumentam o número de transações entre a indústria de bebidas e o consumidor final. “Além do apelo de preço mais baixo, as latas menores conseguem atrair aquela parcela de consumidores para quem a lata tradicional, de 350 ml, é grande demais.”

“Não podemos esquecer”, lembra Renault, “que algumas cidades estão preocupadas com embalagens que não são recicladas e acabam nos aterros como rejeito. Em Brasília (DF), por exemplo, alguns bares e restaurantes fizeram um boicote à garrafa de vidro descartável, cuja reciclagem não é viável economicamente. Nesse aspecto, a latinha está muito à frente das demais embalagens e cumpre totalmente sua responsabilidade ambiental”.

Fonte: Abralatas – 09/02/2018

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