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A AmBev lançou em 27.7 no mercado a sua cerveja "pale ale", o tipo mais apreciado na Inglaterra, de cor âmbar e sabor mais encorpado: a Bohemia Royal Ale. Um produto que só não carregou o nome original desse tipo de cerveja para facilitar o pedido nos bares e supermercados e não deixar tontos os garçons com os quais a empresa testou o tipo "pale ale" antes do lançamento, diz a gerente de Marketing da AmBev, Flávia Rocha. Com edição limitada de 700 mil garrafas de 550 ml a serem distribuídas em São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Minas Gerais, a cerveja, se aprovada pelo consumidor, continuará nas prateleiras, como ocorreu com a Bohemia Weiss e a Bohemia Escura. Nesse caso, perderá a rolha plástica francesa, similar às de champanhe, que acompanha essa edição. O mesmo ocorreu com a Bohemia Weiss, uma vez que essas tampas acabam custando quase o mesmo preço sugerido para a venda do produto, de R$ 4,90. Como o mercado de cerveja não cresce em volume desde o lançamento do Plano Real, em fevereiro em 1994, quando chegou a 9 bilhões de hectolitros e vem oscilando em torno de 9 e 8,5 bilhões - no ano passado foi de 8,2 bilhões, a receita das empresas é agregar valor ao produto.

Hoje, o mercado cervejeiro movimenta R$ 10 bilhões por ano, dos quais uma fatia de 6% fica com as especiais. A "pale ale" da AmBev, que carrega a grife Bohemia, concorrerá diretamente com as das cervejarias Baden-Baden, de Campos do Jordão, e Einsbahn, de Blumenau.

Fonte: O Estado de São Paulo - Economia

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