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O mestre cervejeiro da Ambev Luciano Horn | Divulgação

Há quem torça o nariz para a gigante Ambev, dona de marcas como Skol, Antarctica e Brahma, mas a verdade é que este ano a empresa abriu as portas da cervejaria e passou a jogar mais limpo com o consumidor brasileiro falando, pela primeira vez, sobre os ingredientes da bebida. O AQUI SE BEBE conversou com o mestre cervejeiro da companhia, Luciano Horn, sobre essa mudança durante o Dia de Campo*, em Passo Fundo, evento celebra o começo da temporada de colheita da cevada.

Empolgado com as novidades, Horn acredita que a companhia não compreendia a necessidade do consumidor em ter mais conhecimento sobre o produto que estava sendo vendido, mas com a maturidade da empresa (e as próprias exigências do mercado), o comportamento mudou.

- Cada vez mais vemos as pessoas se interessando por isso. A cerveja sempre fui curiosa, mas aprendemos a levar isso de uma maneira clara, transparente e estamos abertos – destaca.

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Dia de campo da Ambev celebra a colheita da cevada | Divulgação

Consumidor mais curioso

Ainda segundo o cervejeiro, o consumidor está mais curioso também pelo sabor, querendo entender cada vez mais sobre detalhes da bebida que consome. Mas apesar de novos estilos de cervejas estarem cada vez mais presente no dia a dia de bares e dos bebedores, Horn avalia que não há competição direta com as tradicionais cervejas tipo Pilsen. Para ele, marcas que hoje figuram entre as mais consumidas pelos brasileiros, como Brahma, Skol Antarctica, sempre terão espaço.

- As novas gerações estão mais abertas. E o universo de sabores da cerveja é infinito assim como a criatividade dos mestres cervejeiros que estão criando produtos que tenham um sabor que as pessoas gostam. Dominamos a preferência das pessoas, mas sem dúvida nenhuma temos um movimento muito positivo de diversidade - avalia. 

Para ele, não é questão de um sabor sobrepor o outro:

- Se a gente zelar pela categoria e olhar de maneira correta as coisas se complementam em ocasiões diferentes. A mesma coisa acontece com a alimentação. Todo mundo está disposto a experimentar novos sabores de comida, mas o feijão e arroz continuam sendo a preferência nacional - reforça.

 * A repórter viajou a convite da Ambev

POR DIANA FIGUEIREDO

Fonte: O GLOBO - 30/10/2017

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