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Com uma capacidade de produção em seis fábricas - Itu (SP), Alagoinhas (BA), Macacu (RJ), Caxias (MA), Alexânia (GO) e Recife (PE) - de 2,1 bilhões de litros de cerveja, o Grupo Schincariol hoje é dono de uma fatia de 14,1% do disputado mercado brasileiro do produto que movimenta 8,5 bilhões de litros por ano e irriga a economia com R$ 8 bilhões.

Adriano Schincariol, de 27 anos, divide o comando da empresa com o irmão Alexandre e os primos José Augusto e Gilberto Júnior, todos com menos de 30 anos, e diz que será possível ganhar mais um ponto de participação de mercado até dezembro. Traduzindo em valores, esse ponto vale R$ 80 milhões. Por isso, ele já projeta faturamento de R$ 1,4 bilhão este ano, ante o R$ 1,1 bilhão do ano passado. "Nossa meta de cinco pontos porcentuais em três anos, a partir deste ano, deverá ser cumprida antes do prazo", afirma. Adriano anuncia que, para garantir as metas, a empresa já começou a analisar a construção de uma fábrica na Região Sul. Adriano justifica o investimento numa fábrica na Região Sul. "O custo para um engradado de cervejas deixar a fábrica de Itu e chegar ao Sul é hoje de R$ 2,00, o que retira parte da competitividade do produto naquela região." E adianta um pouco mais os planos do grupo: "Nossa estratégia para o próximo ano é ter a fábrica do Sul em operação, e em 2004 abriremos uma nova unidade no Nordeste porque lá estamos operando com toda capacidade e há espaço para vender mais".

Com uma verba de marketing este ano de R$ 130 milhões, despejada com gosto no lançamento da Nova Schin, a empresa tem feito acordos agressivos para conquistar mercado. Fechou contratos para garantir participação no carnaval do Rio e de Salvador, assumiu a cota de patrocínio da Fórmula 1, conquistou espaço nas mesas dos torneios de rodeios de Barretos e na Feira Nordestina de São Cristóvão, no Rio. Patrocinou o Ceará Music 2003 e a etapa brasileira do mundial de surfe, em Santa Catarina.

Adriano garante que todas essas ações e o novo sabor da Nova Schin, bem mais próximo das concorrentes, estão tornando a marca mais aceita, dissipando a imagem da cerveja que vende pelo preço. "A Nova Schin está na moda. Hoje ela disputa mercados em que antes não entrava e está até canibalizando a Primus, nossa cerveja premium." Por isso, a empresa vai trabalhar brevemente a imagem da Primus, que homenageia o avô de Adriano, Primo Schincariol.

Mas com preço competitivo - que lhe valeu acusações de que estaria sonegando impostos - ganhou mercado. A partir de 1998, decidiu avançar e abriu fábricas no Rio e na Bahia. Nos últimos dois anos, investiu R$ 450 milhões e chegou com fábricas ao Maranhão, Pernambuco e Goiás.

Fonte: O Estado de São Paulo

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