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A AmBev deverá comunicar em meados de março aos órgãos de defesa da concorrência a operação de aliança com a cervejaria belga Interbrew. O secretário de Direito Econômico, Daniel Goldberg, disse que a análise da associação deverá levar cerca de três meses. "Espero que seja uma análise rápida e central", declarou Goldberg após receber o diretor de relações corporativas e comunicação da AmBev, Milton Seligman. O secretário destacou que a análise será realizada on-line com a SEAE (Secretaria de Acompanhamento Econômico), o que acelerará o trâmite do processo. Esse procedimento já vem sendo adotado em casos de relevância. Para Goldberg, os órgãos de defesa da concorrência vão analisar a operação para verificar se não há eliminação de concorrentes no mercado ou se a associação não criará dificuldades para entrada de novos concorrentes no setor. Ele explicou que a associação poderia passar pelo rito sumário do Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência, que envolve a SDE (Secretaria de Direito Econômico), a SEAE e o CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). "Mas se empresas concorrentes contestarem a operação, não há como fazer análise pelo rito sumário", disse o secretário. A Schincariol já afirmou que pretende impugnar a operação nos órgãos de defesa da concorrência. Se a negociação fosse analisada pelo rito sumário, o processo levaria cerca de 15 dias. Seligman declarou que a Interbev, como é conhecida a empresa criada com a fusão da cervejaria brasileira com a empresa belga, não gera concentração de mercado porque a Interbrew não tem atuação no Brasil. Mesmo assim a operação precisa ser analisada pelo governo, pois a legislação estabelece isso nos atos de concentração envolvendo empresa com atuação no território nacional com mais de R$ 400 milhões de faturamento anual ou que concentre mais de 20% de mercado.

Fonte: Folha de São Paulo

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