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A queda de quase 27% nas vendas no segundo trimestre das operações brasileiras da Molson, a dona das marcas Kaiser e Bavaria, tiraram o Brasil da condição de maior mercado da cervejaria canadense. A Molson vendeu 2,05 milhões de hectolitros de cerveja no Brasil, abaixo dos 2,59 milhões de hectolitros vendidos pela fabricante em seu país de origem. Em igual período de 2002, a operação brasileira liderava com folga: as vendas eram 10% maiores do que as obtidas pela empresa no Canadá.

A receita líquida da Molson no Brasil recuou apenas 9%, passando de R$ 190 milhões para R$ 172,5 milhões no segundo trimestre. A queda foi menor por conta do aumento no preço da cerveja. O resultado afetou o lucro da cervejaria. A companhia teve um lucro de US$ 39,6 milhões. No mesmo período do ano anterior, o lucro foi de US$ 72,9 milhões. As receitas consolidadas da Molson também sofreram com o resultado brasileiro, encolhendo 3,6%.

Em conferência com analistas financeiros, os executivos da Molson disseram que os resultados são temporários e foram atribuídos às mudanças adotadas na rede de distribuição dos produtos no país.

Neste ano, a Molson eliminou alguns dos revendedores e parte de suas vendas em São Paulo, que representam um terço do total dos negócios da companhia, foi interrompida por conta da transferência de controle da Panamco para a Femsa, empresa mexicana que fabrica e vende a Coca-Cola e distribui a cervejas Kaiser e Bavaria.

Desde que comprou a Kaiser por US$ 765 milhões em março do ano passado, a Molson dobrou de tamanho, mas vem reformulando sua estrutura no país de modo a dar mais eficiência às suas operações. Enquanto as mudanças estão sendo introduzidas, a participação de suas marcas no mercado encolhe. Em 2002, ela tinha cerca de 15% de "market share". Nos últimos meses, sua participação tem ficado por volta dos 10%. A empresa está empenhada em identificar distribuidores afinados com a filosofia da companhia além dos franqueados da Coca-Cola. A meta também é aumentar as vendas feitas diretamente pela Molson, reforçando sua equipe de vendas.

Fonte: Valor Econômico

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