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O interesse crescente por cervejas especiais e artesanais tem se refletido diretamente na única escola da América Latina que forma cervejeiros técnicos. Localizado no município de Vassouras, no Vale do Paraíba, interior do Estado do Rio, o Centro de Tecnologia Senai de Alimentos e Bebidas já formou, desde 92, 600 técnicos cervejeiros, tanto nos níveis mais avançados quanto nos intermediários. Nos últimos anos, a procura aumentou em 50%.

Dezembro2014 Mercado TecnicoCervejeiroSenai

O centro do Senai entrou em atividade em 89, mas somente em 92 passou a oferecer cursos voltados ao setor de cervejaria. A iniciativa contou com a parceria de grandes empresas nacionais do setor e de instituições estrangeiras, essencialmente da Alemanha.

- O curso surgiu de uma necessidade da indústria de formar uma mão de obra qualificada aqui no Brasil - explica o gerente do Centro Tecnológico, Antônio Tavares.

Reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), o curso é divido em um módulo avançado, com 1.200 horas/aula, que vai de março a novembro. Também existem turmas intermediárias, com 72 e 76 horas/aula, de onde, segundo Tavares, "os alunos saem sabendo fazer uma cerveja".

- Podemos dizer, em linhas gerais, que 40% dos nossos alunos vêm das grandes cervejarias e 60% são individuais ou de microcervejarias. Esse é um mercado que cresce perto de 30% ao ano e temos tido sempre salas lotadas - garante Tavares.

Um dos indicadores desse crescimento pode ser traduzido no número de cursos intermediários oferecidos. Antes, o normal era uma edição por ano. Somente em 2014, o Senai chegará ao recorde de três turmas inscritas. A próxima vai do dia 9 a 19 de dezembro.

O Centro Tecnológico mantém parceria com todas as grandes cervejarias do Brasil, exceto com a Ambev, que montou uma estrutura própria de cursos e reciclagem de mão de obra. Além disso, o local também trabalha em parceria com empresas internacionais, que já resultou em cursos no Panamá e que, em breve, realizará um no Peru.

A estrutura no Senai conta com uma microcervejaria com capacidade para produzir de 12 a 16 mil litros por mês e envasar 360 garrafas por hora. Segundo Tavares, o mercado conta com uma boa cobertura de mão de obra qualificada para atender à demanda crescente.

- As grandes empresas têm um planejamento de médio e longo prazo. Já as microcervejarias não necessitam de muita mão de obra. Existe um equilíbrio nessa área - diz o gerente.

Fonte: Sidney Rezende | Por Clarimundo Flores – 02/12/2014

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