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A consultoria Product Audit, especializada na mensuração de dados sobre produtos de alto valor agregado, estima que as cervejas importadas representaram 0,4% do mercado total de cerveja no país, no acumulado de maio de 2015 a abril de 2016. Nos 12 meses anteriores, a participação era de 0,3%. Carlos Rodrigo Abar, diretor da Product Audit, disse que tem crescido a importação de cervejas pilsen, que têm valor agregado mais baixo em comparação a cervejas de trigo ou com 100% malte.

De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, no acumulado de 12 meses até junho, as importações de cerveja somaram 49,9 milhões de litros, 8% acima do volume registrado nos 12 meses anteriores. Em valor, houve queda de 10,5%, para US$ 45,3 milhões.

A inflação da cerveja para consumo fora do lar, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor - Amplo (IPCA) chegou a 9,97% no acumulado de 12 meses até junho. A cerveja para consumo em domicílio subiu 10,99% no mesmo intervalo. As instituições que fazem pesquisa de preços não têm dados específicos sobre inflação da cerveja importada.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil), a carga tributária sobre a cerveja importada varia de 60% a 70%, enquanto a carga sobre a cerveja nacional gira em torno de 50%. Devido ao custo mais alto e à variação cambial, a importação da bebida é uma opção para as cervejarias testarem o mercado. No longo prazo, a operação oferece risco alto em comparação à produção local.

Fonte: Valor Econômico – 11/08/2016

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