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A Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil) informou que a queda na renda disponível para consumo - afetada pelos elevados patamares de desemprego, endividamento, juros, inflação e aumento da carga tributária - está retardando a retomada do crescimento do mercado.

Paulo Petroni, diretor-executivo da CervBrasil, citou o desemprego como principal fator de pressão para o setor. Segundo levantamentos da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Fundação Getulio Vargas (FGV), existem 11,6 milhões de desempregados no país no momento, e a taxa vem aumentando, atingindo, no terceiro trimestre, 11,3% da população economicamente ativa.

Outro fato de pressão apontado pelo executivo é o aumento da carga tributária, decorrente das novas legislações sancionadas e em discussão para a formação dos fundos de equilíbrio fiscal em alguns Estados.

Por conta desse ambiente, o setor cervejeiro direciona os investimentos para ações de redução de custos, realocação da capacidade operacional e em inovação. Os investimentos em crescimento da capacidade produtiva dependem de maior estabilidade no consumo para serem retomados.

A produção nacional de cerveja recuou 2,3% em julho sobre o mesmo mês de 2015. No acumulado do ano, a retração foi de 2,2%.

Fonte: Valor Econômico – 16/08/2016

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