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Contando a partir deste ano, sete Olimpíadas, seis Copas do Mundo e até seis presidentes da República - se as regras eleitorais não mudarem - terão passado antes que uma Thomas Hardy’s Ale tenha perdido sua validade. As cervejas inglesas, que começam a ser vendidas semana que vem no País, chegam com a fama de poderem ser estocadas por 25 anos - ou mais. E de se tornarem cada vez melhores com o tempo.

A vinda ao Brasil ocorre quando se completam 40 anos de fabricação do primeiro lote da Thomas Hardy’s Ale. O que não deixa de ser uma coincidência: ela começou a ser produzida em 1968, justamente em homenagem aos 40 anos da morte do escritor Thomas Hardy.

Cada garrafa traz o ano de produção e um número de série, além de um trecho do livro The Trumpet Major (1880), do autor, em que ele descreve uma cerveja. Em tradução livre: "Era da mais bela cor que o olho de um artista poderia desejar em uma cerveja; encorpada, mas viva como um vulcão; picante, porém sem agredir; luminosa como um pôr-do-sol de outono”.

A Thomas Hardy é uma barley wine, ou "vinho de cevada", denominação que recebem cervejas de alto teor alcoólico - tem 11,7%. A abertura da garrafa revela um líquido acobreado, brilhante, com muito pouca espuma. O aroma é frutado e o gosto, licoroso, com notas frutadas e de caramelo, com lúpulo muito presente nas versões novas - fica menos intenso com o tempo. Apesar do teor alcoólico, é equilibrada.

Fonte: O Estado de São Paulo – Suplementos & Paladar, por Roberto Fonseca – 07/02/2008

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