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A previsão de crescimento para 2007 gira em torno de 6% - um pouco mais para o mercado de cervejas – sobre uma base de comparação alta, já que o desempenho do ano passado também foi muito bom. Os números mostram um crescimento mais uma vez acima da média nacional, o que faz a indústria colocar nas ruas seus planos de investimentos, buscando ampliar a capacidade de produção nacional. “Se tudo se comportar normalmente, 2008 será o ano de consolidação do crescimento, o que demandará fortes investimentos na capacidade de produção”, comemora Paulo Mozart, da Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e Bebidas Não-Alcoólicas (ABIR). O dólar baixo, entretanto, contribuiu para o aumento da importação, especialmente de cervejas.

Para Marcos Mesquita, do Sindicato Nacional da Indústria de Cervejas, a principal causa do crescimento do volume importado nos últimos quatro anos é o baixo nível de oferta de cervejas Premium e super Premium. “Isto mostra que há um mercado carente e que a indústria nacional tem espaço para agregar valor ao seu produto”. Enquanto na área de cerveja o ano foi marcado por muita movimentação (aquisições), no setor de bebidas não-alcoólicas, o destaque ficou com a chamada “Linha Saúde”. Cervejas Com um crescimento de 7% no primeiro semestre de 2007 sobre o mesmo período de 2006, a indústria de cervejas estima um aumento próximo a 6% no ano. Isto significa uma produção nacional superior a 10 bilhões de litros, o que mantêm o Brasil entre os 5 principais produtores do mundo. O segmento mais robusto na área de bebidas não-alcoólicas são os refrigerantes. Até outubro, a produção anual era de 11,3 bilhões de litros, um aumento de 5,4% sobre o mesmo período de 2006.

A estimativa do setor é que a produção fique entre 5,5% e 6% no final do ano, o que representaria um volume superior a 13,7 bilhões de litros.

Fonte: Boletim Informativo da ABRALATAS – Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade, nº 16 - 31/01/2008

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