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A cervejaria holandesa Heineken decidiu reassumir a posição societária de 17% que tinha na Femsa Cerveja do Brasil. No fim do ano passado, a Femsa Cerveja fez um aumento de capital no valor de US$ 200 milhões na operação brasileira, mas a Heineken - sócia da empresa - não aderiu e, por conta disso, teve sua participação diluída. A Heineken estava para tomar a decisão de continuar ou sair definitivamente do negócio desde dezembro de 2006.

A opção de manter-se no negócio significa uma injeção de capital na Femsa, mas o valor não foi divulgado. Se seguir a proporção no aumento de capital, o desembolso da cervejaria holandesa ser próximo de US$ 35 milhões. Segundo o Valor apurou, a manutenção da sociedade vai além dos negócios no Brasil. Em 26 de abril, Femsa e Heineken já haviam estendido acordo para importação e venda das marcas da cervejaria mexicana nos Estados Unidos por mais dez anos - o que já sinalizava um possível acerto no Brasil, mas que acabou demorando mais do que o previsto para se concretizar. A Heineken anunciou ontem que as marcas da Femsa cresceram 13% no primeiro semestre nos Estados Unidos, impulsionadas pela boa performance das marcas Dos Equis e Tecate e pela introdução de Tecate Light em mercados seletivos.

No ano passado, o portfólio de marcas da Femsa representou 25% do volume total de vendas de Heineken nos Estados Unidos. No Brasil, a Femsa tem licença para produzir a cerveja Heineken na fábrica de Jacareí (SP) e comercializar a marca. A cerveja está no rol dos produtos Premium, o mercado que cresce com maior velocidade no Brasil, apesar de ainda ter uma pequena participação nas vendas totais. Nesse período em que a Heineken estava para decidir se mantinha sua posição acionária ou não, a Femsa reforçou o marketing da marca, com ações no ponto-de-venda, como a escolha de embaixadores que reforçam o posicionamento do produto em bares e restaurantes. A Heineken anunciou ontem aumento de vendas globais de 35% no primeiro semestre do ano, em relação ao mesmo período de 2006. A cerveja Heineken é vendida em 65 países e está no Brasil, como acionista da antiga Kaiser, desde 1983, um ano após a criação da cervejaria pelos engarrafadores Coca-Cola. Toda a idealização técnica da Kaiser - de maquinários a tecnologia - foi feita em parceria com a empresa holandesa. A cerveja que leva o nome da companhia, porém, só começou a ser vendida no Brasil a partir de 1990.

Fonte: Valor Econômico - Empresas - Tendências & Tecnologia - Agosto/2007

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