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Jovem conta que conheceu a cerveja aos cinco anos de idade, quando observava o pai, outro apaixonado pela cerveja, produzindo a bebida na casa da família

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Isabel Caetano explica que fez um curso de cervejaria na cidade de Maringá e desde então, com erros e acertos,
não parou de fazer cerveja (Foto: Portal da Cidade/Ricardo Trindade)

Já se foi o tempo que a cerveja era considerada um produto exclusivamente masculino, embora há muito tempo, por volta de 4 mil a.C., em alguns lugares do mundo como na Babilônia, as mulheres cervejeiras eram consideradas pessoas especiais, quase deusas.

Para o marido e amigos da umuaramense Isabel Caetano, de 37 anos, o rótulo de ‘deusa’ ainda é utilizado por eles, o motivo: Isabel é apaixonada pela cerveja, inclusive ela é quem fabrica as bebidas na sua própria residência.

Isabel conta que é natural de Peritiba, em Santa Catarina, e veio para Umuarama juntamente com o esposo e o filho de 17 anos. Ela disse que conheceu a cerveja aos cinco anos de idade, quando observava o pai, outro apaixonado por cerveja, produzindo a bebida na casa da família.

Quando ficou maior de idade, Isabel explica que fez um curso de cervejaria na cidade de Maringá. “Foi um fim de semana inteiro de muito aprendizado. O curso me deu uma grande base de como fazer todo o processo de produção, porém, aprendemos mesmo é na prática, com os erros e acertos”, explica.

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Após o curso, a cervejeira comprou os equipamentos e começou a fabricar as bebidas na própria casa. Para ela, a produção é bem complexa e exaustiva, mas que vale a pena, quando vê o resultado final. “Já fiz mais de 10 estilos de cerveja e todas diferentes uma da outra, ultrapassando os mil litros de cerveja em quase três anos de produção”, comemora.

O produto ainda não é comercializado, pois nesse caso Isabel precisaria de um registro no Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), que ela ainda não dispõe. “Por esse motivo estou produzindo apenas para o consumo próprio. E sempre realizamos trocas de cervejas entre os cervejeiros da cidade e também presenteio os amigos em algumas ocasiões”.

Mas, ela não descarta a possibilidade de começar a comercializar o produto. “Quem sabe um dia. Nunca podemos dizer, nunca”, finaliza.

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Fonte: Portal da Cidade Umuarama – 31/03/2018

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