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Por Santa Cerveja

Brazilian Blonde Ale Pamela Farina 3

Cerveja será lançada em evento beneficente em Lages (Foto: Pamela Farina / Divulgação)

O lúpulo produzido em Santa Catarina, em um projeto experimental na região de Lages, vai render mais uma cerveja feita com matéria-prima catarinense. A Ambev e a Lohn Bier, cervejaria premiada de Lauro Müller, uniram outras nove microcervejarias de Lages para lançar a Brazilian Blonde Ale, uma cerveja puro malte feita com o lúpulo produzido na Serra.

Participaram da criação as marcas Princesa Serra, Bier Letti, Frostbier, Eiswasser, Embaixada Bar, Cervejaria L’Jaica, Chopp do Zé, União Serrana e GuedBeer. Especialistas de todas as cervejarias participaram da escolha dos ingredientes e da produção da cerveja, que ocorreu na fábrica da Lohn.

— Nós criamos uma Ale com uma base de malte, corpo variando de leve a médio, e com uma levedura neutra para que os lúpulos catarinenses imprimam suas características. O resultado foi uma cerveja com bastante equilíbrio de malte e lúpulo, esse com nuance herbal e levemente cítrico, cortando o dulçor do malte, que remete a pão e amêndoa em terceiro plano — descreve Richard Westphal Brighenti, sommelier e fundador da Lohn Bier.

A brassagem da Brazilian Blonde Ale ocorreu em outubro, e nos últimos dias o envase bebida foi concluído. A cerveja terá uma edição limitada e vai ser lançada em um evento beneficente em Lages, em que os moradores da cidade serrana poderão trocar alimentos e brinquedos pela cerveja. A arrecadação será toda doada para instituições carentes.

A Brazilian Blonde Ale será o segundo rótulo feito com lúpulo 100% catarinense. O primeiro foi a Green Belly, uma Hop Lager produzida pela Lohn Bier e lançada em agosto.

Batizado de projeto Hildegarda, o cultivo de lúpulo na Serra de SC começou em março com uma lavoura experimental e um viveiro com capacidade produtiva de 60 mil mudas ao ano, além de uma planta de processamento do ingrediente. A ideia é fomentar uma produção consolidada de lúpulo no Brasil, já que o ingrediente essencial da cerveja ainda é praticamente todo importado, mas encontrou nas condições climáticas da Serra catarinense um espaço ideal para cultivo no país.

Segundo a Ambev, que comanda o projeto, 100% das mudas cultivadas na fazenda serão doadas a pequenos agricultores da região, que poderão ter no lúpulo um cultivo rentável. Com a planta de processamento, será possível colher o lúpulo e também beneficiá-lo em Lages, saindo da cidade pronto para o uso em cervejarias do país inteiro.

 

Fonte: NSC Total – 24/11/2020

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