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Pela primeira vez na história do concurso do Festival Brasileiro da Cerveja, nosso estado é condecorado com medalha de ouro!

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Selo oficial das cervejas premiadas no CBC (Imagem do site oficial)

Nosso mercado e nossa cultura cervejeira continuam em expansão vigorosa! Novas cervejarias e novos rótulos, cada vez mais ousados e com a nossa personalidade. Ano passado, a Cervejaria Goyaz, com a linha Colombina, mostrou para o Brasil e pro mundo a cara da cerveja goiana; recebendo premiações em festivais como o Concurso Brasileiro de Cervejas, a Copa Cerveja Brasil e o Meininger’s International Craft Beer Award.

Este ano, foi a vez da Cervejaria Templária conquistar para a gente um título até então inédito: pela primeira vez na história do concurso, que está em sua sétima edição, o estado de Goiás é condecorado com uma medalha de ouro! O título é também inédito em toda região Centro-Oeste.

Este já é o segundo prêmio conquistado pela cervejaria no Concurso Brasileiro de Cervejas, maior concurso cervejeiro do país e terceiro maior do mundo! Na edição de 2017, a cervejaria foi contemplada com medalha de prata na categoria ALE STYLES — Brown Porter, com a Templária Armand Porter. Este ano, a premiação veio na categoria ALE STYLES — International-Style Pale Ale, com a Templária Cruzada Experimental. Confira mais detalhes desta edição do concurso neste link.

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Gustavo “Templar” Rodrigues segurando a Templária Armand Porter (Fonte: Portal Catalão)

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Tabela de premiação da categoria ALE STYLES — International-Style Pale Ale (Fonte: O Município Blumenau)

Apesar da importância e do peso do título, este foi, infelizmente, o único prêmio que nosso estado recebeu na edição deste ano. No Centro-Oeste, o único estado que foi premiado além do nosso foi Mato Grosso — com duas medalhas para a Cervejaria Kessbier, uma de prata e uma de bronze. Na edição do ano passado, a região trouxe para casa um total de seis medalhas, sendo duas para o Distrito Federal (bronze), duas para Goiás (prata e bronze) e duas para Mato Grosso (prata e bronze). Confira mais detalhes da edição de 2018 aqui.

Da região Centro-Oeste, a Colombina (GO) continua sendo a cervejaria mais premiada, com um total de cinco medalhas ao longo das sete edições do concurso. Em seguida, temos a Kessbier (MT) com três medalhas; a Templária (GO), duas medalhas; por fim, as cervejarias Quatro Poderes (DF), Cerrado Beer (DF) e Louvada (MT), com apenas uma medalha cada. Sendo assim, acumulamos juntos um total de treze medalhas ao longo das sete edições — um número ainda muito pouco expressivo, se comparado aos das regiões Sul e Sudeste. Para se ter uma ideia, na edição deste ano, as regiões Sul e Sudeste acumularam juntas o estarrecedor número de 249 medalhas (148 + 101, respectivamente) — cerca de 98% da premiação total (255)! As outras seis medalhas restantes foram divididas entre as regiões Nordeste (3) e Centro-Oeste (3); a região Norte, portanto, não recebeu nenhuma medalha este ano.

As estatísticas revelam que há certamente uma discrepância enorme entre as regiões Sul-Sudeste em relação ao resto do Brasil. Entretanto, não devemos encarar isso de maneira pessimista. Tanto o Concurso quanto a cultura cervejeira nacional ainda se encontram em fase embrionária. Ainda há muitos rótulos que não chegam ao concurso por inviabilidade de custo. Geralmente, cervejarias fora do eixo Sul-Sudeste tendem a inscrever poucas ou até nenhuma amostra no Concurso Brasileiro da Cerveja — o que explica boa parte da ausência de premiações nas outras regiões. Outrossim, existem cervejarias que produzem receitas exclusivamente para concursos, em vez de participarem com a mesma receita dos PdV’s — prática considerada falta de “fair play” por parte de muitas cervejarias, especialmente as micro e independentes. Apesar dos pesares, nossas tímidas conquistas são bastante significativas e motivo de sobra para comemorar a conjuntura que vive nosso mercado local.

Fonte: Cinema e Cerveja – 13/03/2019

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