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Interesse pelo assunto está no maior nível, segundo Google Trends

RIO - O interesse dos internautas brasileiros por cerveja artesanal alcançou em novembro de 2013 seu maior nível, segundo dados do Google Trends compilados por O GLOBO. A perspectiva, ainda de acordo com o serviço da gigante do segmento de buscas on-line, é de que chegue a um patamar ainda maior no fim deste ano, em novembro. De qualquer forma, 2014 já começou, segundo dados preliminares, com o índice retomando este nível mais alto, após uma ligeira queda em dezembro.

De acordo com a assessoria da Google, os índices não simbolizam os volumes absolutos de buscas. São o resultado de um cálculo chamado “normalização”. Para chegar a eles, é utilizada a porcentagem de buscas por determinadas palavras e/ou expressões, em relação ao total de buscas num dado período, que alcance relevância estatística. A ferramenta considera ainda - e compensa - o crescimento vegetativo da população de internautas e, portanto, do volume total de buscas.

Até agosto de 2007, o índice de buscas do Google para a expressão “cerveja artesanal” era de 0 pontos, ou seja, considerada estatisticamente irrelevante. No mês seguinte, o indicador subiu para 26 pontos. Um catalisador do interesse pode ter sido a aquisição, naquele mês, pela cervejaria Schincariol, da artesanal carioca Devassa, que já desfrutava de algum renome local, com seus bares frequentados por jovens.

O movimento no “mundo físico” já era atuante há alguns anos, mas o assunto parece ter demorado a incendiar a curiosidade dos internautas. No mesmo mês do ano seguinte, o patamar permanecia o mesmo. Em 2009, deu sinais de avanço, passando para 37 pontos - alta de uns 30% -, mas em 2010 voltou ao patamar de 31 pontos.

O estouro, pode-se dizer, veio em outubro de 2012, quando o índice mais do que dobrou, indo a 71 pontos. Em 2012, porém, fica mais difícil apontar fatores. O mercado já estava bem em evidência, com diversas cervejarias disputando ativamente, cobertura midiática razoável e eventos diversos.

Em 2013, a trajetória do índice tem sido basicamente positiva, com diversos aumentos, um pouco menos “gangorra” (sobe e desce) que em anos anteriores, talvez. As cervejarias se multiplicaram ainda mais, assim como os bares e estabelecimentos, e a cobertura jornalística também. E, quando o ano se encaminhava para o fim, com a ajuda de um provável efeito Mondial de La Biére, alcançou o índice de 100 pontos, que está repetindo em janeiro.

Outras buscas sobre o tema também cresceram

Os internautas A busca por "fazer cerveja", por sua vez, está alcançando seu nível mais alto (100 pontos) agora em janeiro, também segundo dados preliminares do Google Trends. A expressão começou a despontar em setembro de 2007, quando o índice passou de 0 no mês anterior para 69 pontos. De fevereiro a agosto do mesmo ano, voltou ao nível 0, para depois de setembro situar-se entre 40 e 60 pontos até dezembro de 2011, quando subiu para 72, e em dezembro de 2012, para 82 - mesmo nível registrado em dezembro do ano passado. Os mais interessados foram habitantes de Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Diadema, São Paulo e Rio de Janeiro.

Para a expressão “como fazer cerveja”, o gráfico mostra um pico de interesse em janeiro de 2008 (de 0 em dezembro do ano anterior para 78 pontos). O resto do ano até dezembro, no entanto, voltou ao 0, para em janeiro de 2009 chegar a 100 pontos. Novo retorno ao 0 entre maio e setembro do mesmo ano, e entre novembro e março de 2010. Os mais interessados foram habitantes de Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro.

Mais recentemente, de novembro para dezembro de 2011, alcançaram relevância estatística nos indicadores do Google as buscas pela expressão “como fazer cerveja artesanal” - uma espécie de “especialização”, das buscas mencionadas anteriormente, que parte fundamentalmente de São Paulo, de acordo com os dados da ferramenta. Pulou de 0 para 77 pontos, sem escalas. Seguiu em alta até abril de 2012, chegando a 84 pontos. Teve um hiato de maio a setembro, antes de dar outro salto e chegar a 100 pontos. Depois de uma queda no interesse nos primeiros meses de 2013, em agosto a expressão voltou a ficar popular, e em janeiro chegou a 92 pontos.

Fonte: O globo, por Marcio Beck - 31/01/2014

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