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Turvas, aromáticas e refrescantes, as bebidas que ocupam um lugar especial na preferência dos amantes da cerveja

Ao contrário do que muitos podem pensar, as cervejas de trigo não pertencem a um estilo único.

O estilo mais tradicional é a alemã Weizenbier (cerveja de trigo em alemão). É uma Ale, normalmente não filtrada, com um sabor frutado característico que remete a banana e cravo, e com uma leve acidez que a torna bastante refrescante. Um clássico exemplo alemão é a Franziskaner Hell (hell = clara), de Munique. A Eisenbahn Weizenbier é um belo exemplo nacional.

A variante escura da Weizenbier é a Dunkelweizen (dunkel = escura), que acrescenta ao perfil da versão clara notas de caramelo e em alguns casos um leve chocolate. Uma das mais aclamadas é a alemã Weihenstephaner Dunkel, produzida pela quase milenar cervejaria estatal Weihenstephan, de Freising, na Bavária.

Os alemães produzem também uma versão forte, a Weizenbock, uma cerveja encorpada, com aromas e sabores adocicados que remetem a frutas passas como banana e ameixa. A Schneider Aventinus, de Kelheim, na Bavária, possui 8,2% de álcool e é considerada por muitos a melhor do mundo no estilo. No Brasil a Eisenbahn e a paulista Bamberg também produzem ótimas versões.

Da Bélgica vem outro estilo muito popular de cerveja de trigo, a Witbier (cerveja branca em holandês). Além do uso de trigo não maltado, a característica tradicional deste estilo é o uso de especiarias como casca de laranja e semente de coentro, que tornam a cerveja bastante aromática e refrescante. O exemplo mais tradicional é a Hoegaarden, da Bélgica. O Liffey Brew Pub também produz uma versão em Palhoça, na Pedra Branca.

Fonte: Diário Catarinense, por Marco Zimmermann - 29/11/2013

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