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Marco Zimmermann explica como a bebida trapista está entre as mais cultuadas do mundo

As cervejas produzidas em monastérios trapistas estão entre as mais cultuadas e seu apelo não se restringe a serem produzidas por monges, pois entre elas estão algumas das melhores do mundo.

Outras abadias produzem cervejas do mesmo estilo, porém muito mais acessíveis. A Rochefort 10, da Abadia de Notre-Dame de Saint-Rémy, na Bélgica, é encontrada em lojas especializadas, enquanto a Chimay Bleue e a holandesa La Trappe Quadrupel podem ser encontradas em alguns supermercados.

A Westvleteren XII, produzida pela Abadia de São Sisto, na Bélgica, lidera os principais rankings de avaliação de cerveja do mundo. É escura forte de estilo Quadrupel, com 12% de álcool, extremamente complexa com sabores e aromas que remetem ao melado, frutas secas e a um toque floral do lúpulo. Infelizmente o que esta cerveja tem de bom, ela tem de rara, pois sua produção e distribuição são extremamente limitadas.

Entre outros estilos tradicionais produzidos pelas abadias trapistas está a Tripel, cerveja clara forte, com sabores frutados com notas de especiarias e leve acidez. A Westmalle Tripel é a cerveja que deu nome ao estilo. A Chimay e a La Trappe também possuem versões aclamadas.

A mais nova abadia trapista a produzir cerveja é a Abadia de Notre-Dame de La Cella Angelorum, na Áustria, que produz duas cervejas, a Benno, com 6,9% de álcool, e a Gregorius, uma cerveja escura com 9,7%, bastante complexa e com aromas e sabores que remetem a frutas doces e ácidas como uva e ameixa, com leve amargor final.

Além das oito abadias que já produzem cervejas trapistas, mais duas estão na lista de candidatas a integrar este seleto grupo.

A Abadia americana de St. Joseph, em Spencer, Massachussets, será a primeira fora da Europa a produzir cervejas trapistas. A Abadia de Maria Toevlucht, na Holanda, tem planos de iniciar produções.

Fonte: Diário Catarinense, por Marco Zimmermann - 27/12/2013

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