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A espuma da cerveja é uma das suas características mais icônicas. Mas como ela se forma? É de forma natural, já que a cerveja é uma bebida que passa pela fermentação e, nesse processo, as leveduras que decompõem os açúcares e amidos do malte produzem, em troca, o álcool e o dióxido de carbono – eis o culpado! – que produz as bolhas formadoras da espuma.

Quando a cerveja é aberta e entra em contato com o ar, essa substância – que é engarrafada a uma pressão maior que a pressão atmosférica – tende a subir para o topo do recipiente (no copo em que é servida, por exemplo), justamente para igualar a pressão da bebida com a do ar. Por isso a espuma sobe e forma-se o famoso colarinho da cerveja. A própria viscosidade da cerveja favorece a manutenção dessa espuma acima do líquido – algo parecido com o que ocorre com as bolhas de sabão na água.

O papel dessa espuma na cerveja é bastante importante: criar uma película que impeça o contato de mais ar com a bebida, para que o gás retido nela não se perca tão rapidamente.

Em outras bebidas, como os espumantes, também há formação de bolhas, mas em menor quantidade, pois há maior oxigenação (e, portanto, o gás vai se dissolvendo durante a elaboração do vinho). Por isso, não chega a se formar uma espuma como na cerveja.

Fonte: Menu Especial - 21/06/2012

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