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O consumo moderado de bebidas fermentadas, como cerveja e vinho, poderia melhorar (reduzir) a incidência de doenças cardiovasculares. Este emerge de um estudo conduzido por pesquisadores do Departamento de Nutrição e Dietética da Faculdade de Ciências da Saúde e Educação da Universidade de Harokopio (Atenas, Grécia) e recentemente publicado no European Journal of Clinical Nutrition sugere que este benefício pode ser devido ao envolvimento de marcadores de inflamação crônica de baixo grau.

Para chegar a essa conclusão, o estudo utilizou os dados dos participantes do estudo populacional Attica (Aderência à atenuação da dieta mediterrânea da lactação e a coagulação do processo em adultos saudáveis).

Assim, foram analisados os dados de 2.583 indivíduos, que foram acompanhados por dez anos sobre a incidência de eventos cardiovasculares, como infarto do miocárdio, insuficiência cardíaca, arritmia crônica, angina e acidente vascular cerebral.

Os participantes foram divididos em três grupos: não consumidores de álcool, consumidores de um copo de bebidas fermentadas (vinho ou cerveja) por semana, e um terceiro grupo de consumidores de mais de um copo de bebidas fermentadas por semana. Os resultados mostraram que 56% dos participantes que beberam alguma quantidade de bebida fermentada não desenvolveram nenhum evento cardiovascular. Além disso, observou-se uma forte associação inversa e similar entre a baixa ingestão de vinho e cerveja e o risco desta patologia, comparado à abstenção. Em conclusão, o estudo revelou resultados semelhantes em relação a consumidores moderados de vinho e cerveja e a incidência de doença cardiovascular.

Fonte: Cerveza y Salud – 23/10/2018

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