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Profissionais da área comentam principais palavras para interessados em mergulhar de cabeça no universo da bebida artesanal.

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'Tap houses' são bares com várias torneiras de chope artesanal (Foto: Daniel Gallo)

Brassagem, homebrew, beertruck, tap, hop. São várias as palavras, em português e inglês, que integram um vocabulário usado a cada dia por mais gente, os adeptos ao mundo cervejeiro. A expansão da cultura cervejeira traz aos bebedores e curiosos uma nova linguagem, e profissionais entrevistados pelo G1 explicam o que cada um desses termos significa.

“Brassagem talvez seja a palavra mais importante para quem está interessado na cultura cervejeira. Trata do ato de fazer cerveja”, explica Robson Vergílio, publicitário, gerente da cervejaria de Nova Odessa e cervejeiro caseiro.

Para quem mergulha no mundo cervejeiro, outras palavras comuns no meio são 'tap', 'brew', 'dry hopping' e 'lupulagem'. Como publicitário especializado em rótulos de cervejas artesanais, Vergílio foi obrigado a entrar em contato com esse vocabulário para poder usá-lo em seu trabalho.

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Brassagem: o ato de fazer cerveja (Foto: Paula Ribeiro)

“Tap é a torneira de chope. Atualmente existem as 'tap houses', os bares com várias torneiras de chope artesanal. Tem também o 'tap room', comum em algumas cervejarias. É um cômodo com as torneiras onde se faz a degustação”, explica.

'To brew', em inglês, é fazer cerveja. E também é fazer a infusão de café ou chá. “Os 'brew pubs' são os bares que vendem a cerveja preparada no próprio local”, esclarece Vergílio.

Lúpulo, um símbolo!

Entre todas a palavras, a que mais tem relação com a cultura cervejeira de fato é o lúpulo, ou 'hop', em inglês. “O lúpulo, que parece uma pinha, se tornou o símbolo mais forte do movimento cervejeiro por ser o ingrediente que dá identidade à cerveja. Frases com 'i hop you' ganharam adesivos e camisetas. Lupulagem também é usada, que é adicionar o lúpulo”, comenta o publicitário.

Beertrucks, beerbikes e etc.

A expansão do mercado da cerveja artesanal, o crescente interesse pelo assunto e, claro, pela bebida, ajudaram a ampliar os eventos relacionados à cerveja e a criatividade dos investidores ajuda a alimentar esse vocabulário exclusivo dos cervejeiros.

Beertrucks, beerbikes, kombuteco: não faltam veículos adaptados para levar ao público tudo aquilo que água, malte e lúpulo podem proporcionar.

“Antes eram apenas dois ou três, agora temos dezenas de beertrucks, bicicletas e até caminhões com os barris de cerveja artesanal, além de dezenas de eventos por mês. A gente seleciona certinho onde vale a pena estar de acordo com nossa análise”, ressalta Samuel Faria, de uma cervejaria de Campinas, que começou a rodar com seu beertruck ainda em 2015.

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Kombuteco circula nas ruas de Campinas e região desde 2014 (Foto: Robson Vergílio)

Testemunha dos primeiros eventos cervejeiros com seu Kombuteco (uma Kombi retrô com quatro torneiras de chope), inaugurado em 2014, Vergílio destaca que há comerciantes que investiram no modelo sem ir a fundo na cultura cervejeira.

"Muitas vezes o cara não sabe nada sobre a bebida que está vendendo porque ele apenas pega na cervejaria e leva para o evento para vender. Uma boa dica, se você é interessado, é perguntar se o cara trabalha na cervejaria”, opina Vergílio.

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Espaço para receber visitantes em cervejaria de Mogi Mirim (SP) (Foto: Vanesca Luisa Rampazo Marquetti)

Visita ajuda

Para quem quer mergulhar de cabeça na cultura e aprender na prática muito dos termos usados na produção das cervejas artesanais, uma dica é procurar por cervejarias que abrem suas portas e fazem visitas e eventos cervejeiros.

Fonte: G1 – 30/08/2017

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