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cerveja transporte

Imagine a seguinte situação: você viajará de avião e deseja levar como presente uma bebida especial que você já comprou ou que planeja comprar. É nesse momento que surge a dúvida sobre o transporte de bebidas: o que é permitido? Qual a quantidade liberada? Como embalar as garrafas adequadamente?

Pensando em lhe ajudar, no post de hoje trouxemos 5 normas para que você possa realizar o transporte de bebidas em voos domésticos no Brasil, com segurança e tranquilidade, confira!

  1. É PRECISO SER MAIOR DE 18 ANOS

A primeira norma quando se trata de transporte de bebidas alcoólicas em aviões é a idade. Menores de 18 anos não podem embarcar com esse tipo de conteúdo de forma alguma.

  1. EXISTE LIMITE DE QUANTIDADE PARA O TRANSPORTE DE BEBIDAS

Embora as bebidas alcoólicas sejam consideradas como artigos perigosos, você pode levar até 5 litros na bagagem de mão, contanto que o teor alcoólico seja de até 70% por garrafa. Elas não podem conter mais de um litro em cada.

Já na bagagem despachada, é possível transportar quaisquer quantidades de bebidas alcoólicas se elas possuírem um teor alcoólico menor que 24%, como é o caso das cervejas, por exemplo. Caso elas tenham o teor acima de 24% até 70%, a regra é a mesma que a da bagagem de mão, ou seja, apenas 5 litros por passageiro.

Em voos internacionais, é necessário despachar as bebidas, que não devem passar de 12 litros, o que equivale a 16 garrafas de vinho ou 330 ml de cerveja.

  1. VOCÊ PODE ADQUIRIR MAIS BEBIDAS NO DUTY FREE

Além dos mencionados 12 litros por pessoa, no duty free de desembarque no Brasil, você pode adquirir mais 24 garrafas de bebidas alcoólicas. No entanto, elas devem estar embaladas em uma sacola selada, contendo as notas fiscais.

  1. AS EMBALAGENS TÊM QUE SER ADEQUADAS

Para realizar o transporte de bebidas, é necessário embalá-las de acordo com as normas. As garrafas precisam ser condicionadas em dois sacos de retenção impermeáveis, de modo a evitar transtornos caso ocorra o rompimento.

Embora o plástico bolha seja a forma mais conhecida para evitar os impactos nas garrafas, alguns produtos já foram criados especificamente para essa finalidade. Por exemplo, o Wine Skin, que é um tipo de plástico bolha que tem o formato exato de uma garrafa de vinho. Além disso, o preço é em conta e a praticidade é a grande vantagem.

No entanto, caso a garrafa que você vá transportar não seja de vinho, outro produto pode ser a solução, que é o Jet Bag. Ele não tem formato padrão, sendo possível transportar produtos como a cachaça, e ainda é revestido pelo mesmo material que as fraldas de bebê. Dessa forma, ainda que a garrafa se quebre, você não ficará com uma mala encharcada, pois o material absorverá tudo.

As bebidas também podem ser transportadas em caixas, desde que possuam a etiqueta de Limite de Responsabilidade (LR) e que você assine um documento se responsabilizando por possíveis danos a embalagem.

Para despachar as bebidas como bagagem você pode optar por colocar em um isopor próprio ou malas que têm especificamente essa função. Apesar de serem mais caras, as malas podem ser a melhor opção para quem carrega esse tipo de produto com frequência. Caso contrário, o isopor pode ser mais vantajoso.

  1. OPTAR POR UMA VARIEDADE MAIOR É MELHOR

Variar nos tipos de bebida e nos rótulos pode ser a melhor alternativa para evitar que o fiscal da alfândega deduza que você vai comercializá-las, o que poderia causar a perda do direito da isenção das taxas em compras, que é de US$ 500 por pessoa.

Uma dica importante sobre o transporte de bebidas é que você deve guardar as notas para apresentar aos fiscais caso os preços das garrafas sejam questionados.

Fonte: Bebida Express Blog – 19/05/2017

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