Notícias de mercado

Esta seção apresenta as principais notícias do mercado cervejeiro nacional e internacional, sendo o conteúdo de responsabilidade exclusiva das fontes citadas.

Preço da cerveja fora do lar sobe 0,7% em julho

6bb2591d 9e5f 4954 9f45 8dc430e63cf3 bar1Os preços da cerveja consumida fora do lar - em bares, restaurantes e outros estabelecimentos - subiram 0,7% no mês de julho, de acordo com dados do Índice de Preços ao Consumidor - Amplo (IPCA) medido pelo Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE). A inflação da cerveja fora do lar superou a inflação geral do país, que no mês foi de 0,24%. No acumulado do ano, o preço da cerveja fora do lar subiu 2,41%, ante uma alta de 1,43% do IPCA geral. Em 12 meses, subiu 4,4%, ante IPCA de 2,71%. Já a cerveja para consumo no domicílio, vendida em redes de varejo, teve reajustes inferiores à inflação geral. Em julho, o preço da bebida caiu 0,44%. No acumulado de janeiro a julho, houve queda de 1,42% no preço médio. Em 12 meses, a inflação da cerveja para consumo no domicílio foi de 2,39%. Considerando apenas os supermercados, o preço médio da cerveja teve leve elevação de 0,02%, de acordo com o indicador Abrasmercado. Em 12 meses, a inflação da cerveja nos supermercados foi de 4,5%.

Fonte: Giro News – 17/08/2017

Heineken® utiliza copos biodegradáveis de origem 100% vegetal

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A Heineken®, a cerveja oficial do Nos Alive 2017, irá utilizar copos 100% de origem vegetal durante os três dias do festival, que irá decorrer entre 6 e 8 de julho, no Passeio Marítimo de Algés.

Estes copos, fabricados com base em ácido poliláctico (PLA), enquadram-se na vontade da marca de cerveja Heineken® em minimizar o impacto ambiental dos copos utilizados em todos os eventos musicais que esta marca patrocina.

Inteiramente de origem vegetal, os copos utilizados requerem baixo consumo energético na sua produção e, após utilização, podem ser reciclados ou decompostos, num período entre 45 a 60 dias, versus os copos de plástico genericamente utilizados que resistem, quando não colocados nos ecopontos, mais de 300 anos.

“A marca de cerveja Heineken® tem a preocupação de usar materiais nas suas embalagens que minimizem o seu impacto ambiental, e os eventos musicais são uma boa oportunidade de comunicar e promover boas práticas nesse sentido”, afirma Nuno Pinto de Magalhães, Diretor de Comunicação e Relações Institucionais da SCC.

Fonte: Portal i9 Magazine – 05/07/2017

Brasil: O setor de cervejas artesanais está sentindo o impacto da recessão econômica

A prolongada recessão econômica no Brasil já começou a afetar o segmento de cerveja artesanal no país, forçando os cervejeiros a rever as suas receitas e produzir cerveja mais barata, informou o Valor Econômico em 21 de junho. 

O setor de cerveja artesanal, que costumava crescer cerca de 30-40% por ano, está apresentando este ano um aumento de pouco mais de 10%, disseram fontes da indústria. As vendas costumavam ser maiores para cervejas que custam R$ 30-50 por litro, mas agora as cervejas de R$ 20 por litro tendem a dominar o mercado. 

“A instabilidade política trouxe consigo a instabilidade de consumo. As pessoas preferem cada vez mais marcas artesanais mais baratas e o consumo não tem crescido como era esperado. As mais populares são as cervejas que custam R$ 20 por litro. As vendas de cervejas mais caras têm sido baixas“, disse Marcelo Saraiva, presidente da Associação de Microcervejarias Bier Hub. 

No Brasil, a cerveja artesanal é responsável por 0,7% do mercado total de cerveja e espera-se aumentar a sua participação de mercado para 9% em 2022. A produção anual do setor é estimada em 124 milhões de litros. No ano passado, 148 novas cervejarias foram abertas no Brasil, de acordo com dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, elevando o número total de cervejarias no país para 522. 

Fonte: E-malt -  22 de junho de 2017

100% nacional, nova geração do Beerkeg é aprovada pelo mercado cervejeiro

A nova versão do primeiro barril de cerveja produzido em PET da América Latina, o BeerKeg, chega ao mercado com 100% dos seus componentes produzidos no Brasil.  A proposta - que prioriza a garantia de qualidade - tem a aprovação do mercado cervejeiro.

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Foto: DINO

"Todos os componentes utilizados na fabricação do Beerkeg, que antes eram importados, foram nacionalizados para garantir maior qualidade, controle in-loco da equipe Beerkeg e resultado aos consumidores", explica Renato Araujo, sócio-proprietário da marca. 

O que mudou - No Beerkeg geração 6, foi mantida a válvula desenvolvida para aceitar qualquer tipo de extratora de cerveja. A preforma do barril - tubo de ensaio antes de ser soprado e virar o barril - também foi nacionalizada. A nacionalização dos componentes possibilitou ainda, o controle total da qualidade do produto, eliminação de problemas relacionados ao atraso na entrega dos componentes e prejuízos por eventuais falhas na fabricação de peças fora do país. "Fornecedores estrangeiros não arcam com este tipo de prejuízo. Além disso, por utilizarmos fornecedores locais, podemos acompanhar diariamente a qualidade das matérias-primas fornecidas", reforça Hamilcar Pizatto Neto, da Beerkeg.

O barril - Fabricado em Araucária, Região Metropolitana de Curitiba, o Beerkeg já está presente em 60% do mercado de cervejas artesanais do Brasil.  "E estamos em negociação com outros países para ampliar a exportação do produto", conta o diretor financeiro da Beerkeg Eduardo Martins. A fábrica possui capacidade para produzir 2,1 mil barris por dia. 

Aprovado pelo mercado - O sócio-proprietário da cervejaria Doctor Brau, Nurberto Hopfgartner Teixeira, disse que o uso do Beerkeg - substituindo os tradicionais barris de inox - está possibilitando o envio da sua cerveja para oito estados do país.

"O uso do barril de PET favorece a nossa logística e estamos atingindo cidades e lojas que antes não teríamos a possibilidade de alcançar devido ao alto custo do barril de inox", conta Nurberto. Para ele, o aperfeiçoamento do produto é fundamental e positivo para as cervejarias.

O empresário e proprietário da Cervejaria Santa Catarina, Abrahão Paes Filho, lembra que foi um grande incentivador do projeto da Beerkeg, por inúmeras vantagens.

"Com o barril de PET não é mais necessário investimento na aquisição de um patrimônio caro que sãos os barris de inox", pondera.  "Além disso, não precisamos mais controlar o retorno do barril no ponto de venda, facilitando o envio da cerveja para lojas mais distantes do local de fabricação", completa Abrahão.

Além de produzir as cervejas Saint Bier, a Cervejaria Santa Catarina também é conhecida pela produção de outras conceituadas marcas.

Já o cervejeiro, Rodrigo Silveira, proprietário da cervejaria ribeirão-pretana Invicta, que desde 2011 está no mercado e é reconhecida por produzir cervejas com qualidade e ousadia, disse que o Beerkeg surgiu para beneficiar as micro cervejarias. 
"A importação de barril, assim como o barril de inox representavam custos elevados para o transporte da cerveja. Estamos utilizando o Beerkeg desde a sua primeira geração e hoje, atingimos lugares que antes não era possível chegar", contou Rodrigo.

Para ele, o aperfeiçoamento do barril com a nacionalização da matéria-prima representa um avanço para os consumidores. 
"Acreditamos no projeto do Beerkeg. Os empresários responsáveis pela marca possuem um sistema de pós-venda muito eficiente e estão investindo cada vez mais em qualidade. Isso é fundamental", completou. 

A Invicta tem capacidade de produção de cerca de 120 mil litros por mês.

Microcervejarias no Brasil - Rodrigo Silveira, que também é presidente da Associação Brasileira de Micro Cervejarias, conta que o mercado nacional de cervejas está alavancando toda a cadeia produtiva e o Beerkeg é um bom exemplo.

"Temos hoje 526 microcervejarias no Brasil e o mercado é ascendente", relata.

O crescimento pode ser constatado na variedade de rótulos e estilos presente no cardápio de bares e restaurantes, no espaço que ocupam nas prateleiras de supermercados, nas lojas especializadas e nos eventos gastronômicos. Seguindo este movimento, o Brasil está se tornando referência. A multiplicação das microcervejarias e a reconhecida qualidade das cervejas produzidas colocam o país na rota dos profissionais e apreciadores da bebida. 

Fonte: Terra, DINO – 03/07/2017

Copa Cervezas de América prorroga inscrições até 18 de agosto

Em virtude da grande procura das cervejarias, a Copa Cervezas de América resolveu prorrogar suas inscrições por mais uma semana. O novo prazo se encerra na sexta-feira, 18 de agosto. Mais de 1100 rótulos já estão inscritos. Para participar, as cervejarias devem preencher o formulário e realizar o pagamento pelo site www.copacervezasdeamerica.com A Copa será realizada de 16 a 22 de outubro, na UDLA, Universidad de las Américas, en Santiago do Chile. Em sua 6ª edição, consolida-se como um importante ponto de encontro de todos os protagonistas da indústria cervejeira da América Latina.

As regras do concurso, os detalhes para as inscrições, envio das amostras e entradas para a conferência de cervejeiros, estão em www.copacervezasdeamerica.com

Feedback Digital
Pelo terceiro ano consecutivo, a competição contará com um software para registro da avaliação e notas dos juízes. O sistema garante uma avaliação consistente, ágil e legível para os cervejeiros.

Facilidade de entrega e Câmara Fria
A Copa conta com 13 centros de recepção de amostras em toda a América Latina. No Brasil, em parceria com a Realli Insumos Cervejeiros, em São Paulo (SP). 

Fonte: GCA Beer - 14/08/2017

79% das empresas criadas no Brasil são de microempreendedores individuais

microempreendedores individuais

Os brasileiros estão apostando no empreendedorismo para driblar a falta de vagas no mercado de trabalho. Os números do Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas mostram que o crescimento constante dos microempreendimentos individuais (MEIs) tem alavancado a criação de novas empresas no país. Nos cinco primeiros meses deste ano, os MEIs foram responsáveis por 79,2% do total de novos negócios. Foram 753.344 empreendimentos dessa natureza jurídica frente a um total de 955.368 novas empresas. Ambos os números são recordes para o período.

Também em maio/2017 o número de novas MEIs bateu recorde, comparado com todos os meses de maio desde 2010, quando o indicador passou a ser feito pela Serasa Experian. Foram 166.831 contra 143.007 nascimentos registrados em maio/2016, alta de 16,7%. Desde maio de 2010, o crescimento dos MEIs é praticamente constante e impulsiona o aumento geral no número de empresas no país. Em maio de 2017, por exemplo, os novos MEIs foram responsáveis por 79,8% do total de empresas criadas.

“O desemprego catalisa a criação de novas empresas”, diz o vice-presidente de Pessoa Jurídica da Serasa Experian, Victor Loyola. “A tendência é que, com a retomada da economia e o surgimento de novas vagas no mercado formal, o número de nascimentos de MEIs sofra um decréscimo”.

Acompanhe a evolução:

indicador serasa mei

Em maio/2017, as Sociedades Limitadas registraram a criação de 16.073 unidades ou 7,7% do total de novos negócios; também surgiram 15.154 Empresas Individuais (7,2% do total). O nascimento de novas empresas de outras naturezas jurídicas representou 5,3% de todos os novos empreendimentos nascidos em maio.

Nascimentos de Empresas por Setor

Em maio, o setor de serviços continuou liderando o ranking dos mais procurado por quem decidiu empreender: das 209.150 novas empresas surgidas em maio/2017, 132.2341 era de serviços, o equivalente a 63,2% do total. Em seguida, 59.552 empresas comerciais (28,5% do total) e, no setor industrial, foram abertas 16.846 empresas (8,1% do total) no mês.

indicador serasa distribuidor

Observa-se nos últimos sete anos um crescimento constante na participação das empresas de serviços no total de empresas que nascem no país, passando de 52,5% (maio de 2010) para 63,2% (maio de 2017).

Por outro lado, a participação do setor comercial de empresas que surgem no país tem recuado (de 35,6%, em maio/2010, para 28,5% no mesmo período de 2017). Já a participação das novas empresas industriais se mantém estável.

Nascimento de Empresas por Região e estado

O Sudeste segue liderando o ranking de nascimento de empresas, com 107.134 novos negócios abertos em maio/2017 ou 51,2% do total.  A Região Sul ocupou a segunda posição, com 17,4% (36.401 empresas). O Nordeste ficou em terceiro lugar, com participação de 16,9% e 35.298 novas empresas. O Centro-Oeste registrou a abertura de 19.338 empresas e foi responsável por 9,2% de participação no total de nascimentos, seguido pela Região Norte, com 10.980 novas empresas ou 5,2% do total de empreendimentos inaugurados.

A região Norte foi a que registrou maior alta no número de nascimentos (24,0%) na comparação entre maio/2017 e maio/2016. A região Centro-Oeste teve crescimento de 22,1% no período, seguido pela região Sul, que apresentou alta de 20,6%.  O Sudeste contabilizou a abertura de 19,0% novos empreendimentos em relação a maio de 2016 e o Nordeste 13,2%.

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Ranking das variações acumuladas na comparação interanual entre maio/2017 e maio/2016, por Unidades da Federação

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Entre os estados, em maio/2017, São Paulo foi responsável por 27,6% dos novos empreendimentos, totalizando 57.644. Em seguida, o estado com maior número de novas empresas é Minas Gerais, com 22.871 nascimentos, 10,9% do total.  A terceira posição no ranking nacional de nascimentos em janeiro/2017 ficou com o Rio de Janeiro, com 21.568 novos empreendimentos, 10,3% do total.

Fonte: Newtrade - 11/08/2017