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Reputação: o que dizer sobre essa palavra tão usada pelos Comunicadores nos tempos atuais, tão almejada pelas empresas e tão desejada por qualquer profissional? A prisão do ex-7o homem mais rico do mundo, Eike Batista - nos ajuda a entender melhor como lidar com este tão admirável e incomensurável ativo.

Construí-la, mantê-la e mensurá-la é, talvez, a atividade mais difícil dos tempos atuais. Vivemos dias tão "real-time" e tão transparentes devido ao enorme fluxo de informação a que temos acesso que reputação virou um sacerdócio 24 por 7. Ou seja, quem consegue fazer o monitoramento da sua própria imagem o tempo inteiro? Assim não sobra tempo para viver, para fazer nada! Paradoxal e enlouquecedor para quem cai nessa armadilha.

Por isso mesmo chamo de "ativo admirável e incomensurável". Empresas investem em pesquisas online e atendimento virtual imediato... atendem pelo Twitter, pelo Facebook... Pessoas medem sua popularidade pela quantidade de likes angariados por uma publicação, uma foto, uma história. Tem o storytelling, o branded content, o social marketing... Mas, ao mesmo tempo, há o ceticismo e o relativismo. Como lutar contra ambos?

Talvez não cheguemos ao ponto de viver numa sociedade tal qual a do episódio 1 da 3a temporada do seriado britânico Black Mirror (aquele em que o sucesso das pessoas é baseado na quantidade de estrelinhas que umas dão às outras). Porém, em uma sociedade em que "pós-verdade" é considerada a palavra do ano de 2016, parecemos mesmo estar bem distantes da... verdade.

Desconfie de quem lhe vende ou promete que vai "aumentar sua reputação" ou ainda "ensinar-lhe como aumentar sua reputação". Ou vá em frente e perca dinheiro e... reputação. Afinal, as pessoas já se indignavam contra bandinhas adolescentes que pagavam para tocar nas rádios, lá no final dos anos 80. As pessoas não são burras, mesmo que algumas estejam tão entupidas de informação que, cada vez mais, estejam consumindo pós-verdades no lugar das verdades.

Se você representa uma empresa, o máximo que você vai conseguir fazer é gerenciar sua reputação corporativa. Se você é uma pessoa, viva da forma que você acha melhor sem se preocupar tanto com a opinião alheia. Lembre-se, portanto, que não há outra receita se não a velha fórmula que nossos pais nos ensinaram: fale a verdade! É ela quem vai lhe ajudar a, pelo menos, não jogar sua reputação pelo ralo em questão de segundos.ostei

Fonte: LinkedIn Por: Vinícius Andrade PR Officer at Nissan Brazil – 31/01/2017

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