Acessar Registrar

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim

Criar uma conta

Todos os campos marcados com asterisco (*) são obrigatórios.
Nome *
Nome de usuário *
Senha *
Verificar senha *
Email *
Verifar email *
Captcha *

dormir carreira 04 12 2018

Melhorar o humor, rejuvenescer a pele e reduzir o estresse. Esses são alguns dos benefícios já conhecidos que uma boa noite de sono nos proporciona. Mas uma recompensa que quase ninguém têm ao dormir é dinheiro. Uma exceção são os funcionários de uma empresa no Japão, que passou a oferecer um pagamento extra aos funcionários bem regrados quando o assunto é descanso.

Parece loucura, mas é verdade: a Crazy, empresa de casamentos de luxo em Tóquio, está remunerando seus funcionários que dormem pelo menos seis horas por dia. Eles recebem pontos no valor de até US$ 570 por ano, que podem ser trocados por refeições na empresa, conforme divulgou o site do Fórum Econômico Mundial.

Muitos efeitos negativos estão relacionados à privação de sono, como dificuldade de aprender, dores de cabeça e enxaqueca, alterações de humor e até problemas de visão. No Japão, o assunto tem recebido bastante atenção, uma vez que o país é conhecido por sua cultura de longas horas de trabalho árduo. O problema é tão grave que a morte provocada pelo trabalho extremo recebeu até um nome: karoshi.

O CEO da Crazy, Kazuhiko Moriyama, acredita que a sociedade japonesa precisa de um “novo relacionamento com o sono”. A iniciativa da empresa representa uma tendência crescente no país de dar prioridade à saúde e ao bem-estar – principalmente no ambiente de trabalho.

De acordo com a Bloomberg, o acompanhamento do sono dos funcionários da Crazy é feito através de um aplicativo feito pela Airweave Inc., uma fabricante de colchões. Além dos incentivos para dormir, a empresa também tem iniciativas com o objetivo de promover uma melhor nutrição, exercícios e um ambiente de trabalho mais positivo. “Você tem que proteger os direitos dos trabalhadores, caso contrário, o próprio país vai enfraquecer”, afirmou Moriyama à publicação.

Fonte: Época Negócios - 04/12/2018

guia fornecedores