Entrar Registrar

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim

Criar uma conta

Todos os campos marcados com asterisco (*) são obrigatórios.
Nome *
Nome de usuário *
Senha *
Verificar senha *
Email *
Verifar email *
Captcha *

pagamento maquina 29 11 2018

Menos de 4% das cidades brasileiras são consideradas “prontas” em termos de desenvolvimento de pagamentos eletrônicos, segundo estudo publicado pela Visa Consulting & Analytics. Dentro desse número, estão 18 das 27 capitais brasileiras.

A região menos preparada, de acordo com os dados, é a Norte, com quase todas as capitais consideradas “em transição”. Apenas Palmas (TO) entrou no seleto grupo das cidades brasileiras “prontas”.

Além disso, pelo menos 80% das cidades que compõem os Estados Amazonas, Alagoas e Acre, no Norte, e Maranhão, Paraíba e Bahia, no Nordeste, foram consideradas “iniciantes”, ou seja, não estão preparadas para adotar meios eletrônicos de pagamento.

Para chegar a essas conclusões, o estudo examinou uma série de condições socioeconômicas de cada cidade para gerar um índice único de Maturidade para Pagamentos Digitais. Foram consideradas informações como número de cartões por habitante e de agências bancárias, acessos em banda larga, dados de maquininhas de pagamento por habitante e por quilômetro, além de Produto Interno Bruto (PIB) e Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

Com base nos resultados, a Visa classificou os municípios em quatro níveis conforme o seu grau de maturidade: prontos (3,8% do total), em transição (20,8%), emergentes (37,6%) e iniciantes (37,8%).

“O Brasil é um País extremamente diverso e heterogêneo. Com o índice, entendemos que algumas cidades necessitam de mais investimentos em infraestrutura para alavancar seus sistemas de pagamento eletrônico”, afirmou o diretor da Visa Consulting & Analytics, Rodrigo Santoro. Segundo o estudo, as cidades que circundam outra que atingiu o grau máximo de maturidade para esses meios tendem a “desenvolver seus ecossistemas de pagamentos”. E é nas regiões Sul e Sudeste que estão concentradas a maior parte delas, com todas as capitais participando dessa lista.

Fonte: Estadão - 29/11/2018

guia fornecedores